A Polícia Civil do Acre (PCAC) reforçou sua posição de vanguarda no enfrentamento à violência de gênero durante o IV Encontro Nacional de Segurança Pública e Enfrentamento à Violência contra a Mulher. O evento, realizado entre os dias 25 e 26 de março, reuniu a cúpula das forças de segurança de todo o país para desenhar novas diretrizes de proteção e responsabilização de agressores.
Representando o estado, a delegada Juliana de Angelis e a oficial de investigação Giane Melo, que atua no Instituto Médico Legal (IML), levaram para o debate as experiências exitosas implementadas no Acre. O foco da participação acreana foi a demonstração de como o fortalecimento da investigação e o atendimento humanizado têm sido cruciais para a elucidação de casos complexos, especialmente os de feminicídio.
A Força da Prova Técnica
Um dos pontos altos da contribuição acreana foi a defesa da integração entre a polícia judiciária e a perícia oficial. Giane Melo destacou que o trabalho técnico-científico realizado no IML é o que garante o rigor jurídico necessário para as condenações. “O trabalho desenvolvido no IML é essencial para garantir provas robustas, contribuindo diretamente para a efetividade da justiça”, pontuou a oficial.
LEIA TAMBÉM:
Gladson revela planos após deixar governo: “Vou comer um quibe e visitar a família”
TSE aprova federação União Progressista e consolida “superbloco” no Acre
Gladson inaugura Faculdade Estadual do Acre e anuncia data de vestibular; confira
Para a delegada Juliana de Angelis, o valor do encontro reside na troca de estratégias entre as diferentes realidades estaduais. “Esse intercâmbio fortalece nossa atuação e nos permite aprimorar continuamente os mecanismos de proteção às mulheres no nosso estado”, afirmou.
Gestão e Capacitação
O protagonismo da PCAC em eventos de magnitude nacional é fruto de uma política de incentivo da atual gestão. O delegado-geral, José Henrique Maciel Ferreira, ressaltou que a direção tem priorizado o envio de servidores para cursos e capacitações fora do estado. “Entendemos que investir na troca de experiências é fundamental. Esse apoio reflete diretamente na melhoria dos serviços prestados à população e na proteção das vítimas”, declarou o delegado-geral.
Ao participar ativamente da construção de políticas públicas nacionais, a Polícia Civil do Acre não apenas compartilha seu conhecimento, mas também importa as melhores práticas do país, consolidando um sistema de segurança cada vez mais preparado para acolher a mulher e punir o crime com rigor técnico e celeridade.

