Xeque-mate: por que a chegada do PL foi o divisor de águas para Gladson e Mailza

Gladson, Mailza e Bittar na aliança do PL com o Progressistas
Gladson, Mailza e Bittar na aliança do PL com o Progressistas/Foto: Reprodução

A última pesquisa realizada pela Delta/TV Gazeta, trouxe uma informação que guarda correlação com a realidade e os fatos recentes. Em que pese as pesquisas constatarem – quando bem e tecnicamente realizadas – o humor momentâneo do eleitor, e uma tendência se não houver acidente de percurso, os números referentes ao cargo de Senador e Governador traduzem uma realidade consolidada, que só tende a se fortalecer, e refletem o quanto o PP e o Governador Gladson Camelli fizeram bem para o Senador Márcio Bittar, e, mais ainda, o quanto o PL e o Senador Márcio Bittar fizeram bem não só para a atual candidata ao governo Mailza Assis, como também para o candidato ao Senado, Gladson Camelli. Assim, o PL e o Senador Márcio Bittar não só foram reconhecidos como importantes como necessários e imprescindíveis para o projeto politico de Gladson Camelli e Mailza Assis, isto é, do PP e União Brasil. Não haveria caminho melhor, mais producente.

Os articuladores políticos do atual Governador, futuro Senador, Gladson Camelli, e da sua candidata ao Governo, Mailza Assis, atuaram muito bem, ao articularem a ida do PL, com toda sua força e capilaridade, para a coligação com a federação PP/UB, enquanto que a estratégia do PL e do Senador Márcio Bittar, ao recuarem nas últimas semanas – antes daquela cerimônia de casamento, lá na sede do PP – mostraram toda a sua grandeza e importância para o projeto de manter a dupla vitoriosa nas eleições anteriores, que muito fez pelo estado do Acre, mais do que todos os gestores anteriores, em termos de recursos e obras, em todas as regiões do Estado.

Observem que Mailza Assis cresceu bastante, somente após a entrada do PL e do Senador Márcio Bittar, no projeto político. O atual Governador, por mais que esteja na estratosfera enquanto Chefe do Executivo Estadual, quando aparece como candidato ao Senado, com 28%, causa um certo espanto, é bem menos do que todos esperavam, até surpreendente. Ao seu lado, a chegada do PL e do Senador Márcio Bittar, não só foi importante como imprescindível, para o crescimento também de sua candidatura (por mais paradoxal que seja) e da candidata Mailza Assis. Já o apoio do PP, do UB e, especialmente, do Governador Gladson Camelli, para o Senador candidato a reeleição, Márcio Bittar, fez muita diferença, levando-o a se distanciar do terceiro colocado e, em verdade, chegando muito próximo do primeiro, porque a pesquisa marcou 28% a 20%, o que significa, se a margem de erro é de 3%, quase um empate técnico.

O fato é que a pesquisa foi coerente ao confirmar, por ora, uma dupla trabalhadora e compromissada, efetiva e concretamente, com o estado do Acre, vencedora, e os que, juntos, no majoritário (Governador e Senador) mais fizeram pelo estado do Acre nos últimos anos, concretamente falando, no duplo sentido de “concreto”, construções e projetos realizados.

No entanto, a popularidade de Gladson Camelli como Governador, e o percentual de 28% para Senador, conforme tal pesquisa eleitoral, guarda uma disparidade e incoerência gritante, ou, uma margem muito grande ainda para agregar eleitores em seu favor, de Márcio Bittar e de Mailza Assis. Já o candidato à reeleição ao Senado, Márcio Bittar, com todo seu carisma e poder de articulação, tem muito ainda para crescer por conta própria, de seu partido e outros que integram a “coligação” informal para as chapas de federal e estadual, além da relevante contribuição do PP/UB e demais parceiros, e agregar, para Gladson Camelli e Malza Assis, muitos votos, que é o que importa na urnas.

Gilson Pescador

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