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Após acidente, barulhos em elevador assustam moradores de condomínio de luxo

Por Redação ContilNet

Após acidente, barulhos em elevador assustam moradores de condomínio de luxo

Moradores da torre Samarino relatam ruídos e evitam o uso de elevadores

O clima de insegurança tomou conta do Condomínio Florença, em Rio Branco, após o grave acidente que resultou em fraturas nas pernas de uma psicóloga de 36 anos na última quinta-feira (2). O elevador da Torre Roma despencou do 8º andar, parando bruscamente no 1º andar após o acionamento do freio de emergência. Agora, o pânico se espalha para a Torre Samarino, onde moradores relatam barulhos estranhos nos equipamentos.

Relatos obtidos pela reportagem indicam que o medo de novos incidentes fez com que muitos moradores, incluindo pais e crianças, abandonassem o uso dos elevadores, optando pelas escadas do edifício para evitar riscos, segundo ainda não teria sido feita qualquer vistoria e manutenção no elevador da torre. Até o fechamento desta edição, o síndico do local não foi localizado para comentar as novas queixas na torre vizinha.

Após acidente, barulhos em elevador assustam moradores de condomínio de luxo

Elevador social da Torre Roma segue interditado após queda do 8º andar/ Foto: Reprodução

A posição do Condomínio

Em comunicado oficial emitido neste sábado (4), a administração do Florença lamentou profundamente o ocorrido e prestou solidariedade à vítima. O corpo diretivo informou que o elevador da Torre Roma estava em manutenção programada e devidamente sinalizada no momento da queda. Para garantir a isenção na apuração das causas, o condomínio anunciou a contratação de uma empresa de perícia especializada vinda de fora do Estado do Acre.

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A gestão reforçou que as manutenções das torres Roma e Samarino são realizadas mensalmente e estão com os laudos em dia. No entanto, diante da gravidade do fato, o elevador social da Torre Roma permanecerá totalmente interditado por tempo indeterminado até que os relatórios técnicos independentes sejam finalizados.

Resgate dramático

A vítima do acidente permaneceu presa na cabine por cerca de 2 horas e 30 minutos. O equipamento parou desalinhado entre o térreo e o primeiro andar, o que exigiu um trabalho complexo de desencarceramento realizado pelo Corpo de Bombeiros e técnicos da empresa MGU Elevadores.

Enquanto a perícia externa é aguardada, o condomínio afirma que está colaborando com as autoridades e aguarda o relatório do Corpo de Bombeiros para entender a sequência de situações pontuais que levaram a este fato excepcional. A reportagem segue acompanhando o caso e mantém o espaço aberto para o pronunciamento oficial da sindicância.

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