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Caso Professor Régis: Justiça torna 3 réus por morte e ocultação de cadáver

Por Redação ContilNet

Caso Professor Régis: Justiça torna 3 réus por morte e ocultação de cadáver

O corpo foi encontrado em uma cova rasa | Foto: Reprodução

A Justiça da Comarca de Epitaciolândia recebeu a denúncia do Ministério Público e tornou réus três investigados no caso do assassinato do professor de zumba e representante comercial Reginaldo Silva Corrêa, conhecido como “Régis”, crime que causou forte comoção no Alto Acre.

Os acusados vão responder por crimes como homicídio qualificado, ocultação de cadáver, furto e receptação, conforme o envolvimento apontado nas investigações da Polícia Civil.

Victor Oliveira da Silva, apontado como autor do crime, foi denunciado por homicídio qualificado, ocultação de cadáver, furto qualificado do veículo da vítima e furto simples do aparelho celular.

Segundo as investigações, Victor confessou ter matado Régis por asfixia mecânica, utilizando um golpe conhecido como “mata-leão”. Ele também relatou à polícia que permaneceu com o corpo dentro de casa durante uma noite antes de enterrá-lo em uma cova rasa no quintal do imóvel.

Na decisão que recebeu a denúncia, a juíza manteve a prisão preventiva do acusado.

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Marijane Maffi, de 46 anos, também se tornou ré no processo. Ela vai responder pelos crimes de ocultação de cadáver e furto do veículo da vítima.

Caso Professor Régis: Justiça torna 3 réus por morte e ocultação de cadáver

Um terceiro acusado também virou réu/Foto: Reprodução

De acordo com a denúncia, ela teria transportado o carro de Régis até a Bolívia após o assassinato, com o objetivo de dificultar a investigação e ocultar provas do crime.

Atualmente, Marijane segue internada em uma clínica de recuperação para dependentes químicos no estado de Rondônia.

Terceiro acusado foi incluído posteriormente

O terceiro denunciado é Limbison Santiago Pereira, que não havia sido citado inicialmente no curso das investigações.

Ele responderá por ocultação de cadáver e receptação do celular pertencente à vítima. Conforme a decisão judicial, Limbison responderá ao processo em liberdade.

Relembre o caso

Reginaldo Silva Corrêa desapareceu após sair para uma entrega no dia 25 de setembro. A família registrou o sumiço quatro dias depois, após perder contato com ele.

Dias antes da localização do corpo, o carro da vítima foi encontrado abandonado em um ramal próximo à Villa Rosário, na Bolívia, apenas com a chave no interior.

Na quarta-feira, 1º de outubro, o corpo do professor foi localizado enterrado em uma cova rasa no quintal da casa de Victor Oliveira da Silva, principal suspeito do crime.

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Em depoimento à Polícia Civil, Victor afirmou que mantinha um relacionamento amoroso com Régis e que o assassinato teria sido motivado pelo término da relação.

Segundo a versão apresentada, ele chamou a vítima para sua residência na tentativa de reatar o relacionamento, mas os dois discutiram. Durante o desentendimento, Victor aplicou o golpe que causou a morte do professor.

Com o recebimento da denúncia, o caso segue agora para a fase de instrução processual. Nessa etapa, serão ouvidas testemunhas, produzidas provas complementares e os réus poderão apresentar defesa à Justiça.

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