Reconhecida mundialmente por seu estilo de vida ultra-saudável, Gisele Bündchen surpreendeu os fãs ao detalhar, em sua obra mais recente, as dificuldades que enfrentou com o veganismo radical. No livro Nutrir: Receitas Simples para Corpo e Alma, a gaúcha explica que, embora admire a filosofia, seu corpo começou a enviar sinais de alerta que não puderam mais ser ignorados.
Os Sinais do Corpo
Mesmo com acesso aos melhores profissionais do mundo, Gisele enfrentou obstáculos biológicos que comprometeram sua energia:
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Anemia Persistente: A modelo revelou quadros recorrentes de deficiência de ferro. Mesmo com suplementação pesada, seus exames de sangue não atingiam os níveis ideais sem o aporte da proteína animal.
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Desconforto Digestivo: Para compensar as proteínas, a top model intensificou o consumo de leguminosas (como feijões e grãos), o que resultou em inchaço abdominal constante e gases.
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A Recomendação Médica: A decisão de mudar não foi estética, mas clínica. Médicos recomendaram a reintrodução moderada de carne e derivados para restaurar sua vitalidade.
Com informações do Metrópoles.
A Regra 80/20
Hoje, Gisele não se prende a rótulos e adota o que chama de “dieta intuitiva”. O prato da modelo segue uma proporção específica:
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80% de Vegetais: A base da alimentação continua sendo plantas, frutas e legumes orgânicos.
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20% de Proteína Animal: Pequenas porções de carne, ovos ou derivados que garantem o equilíbrio nutricional necessário para sua rotina.
“Ouça o seu Corpo”
A lição principal que Gisele traz em 2026 é a de que a biologia individual deve prevalecer sobre ideologias alimentares rígidas. “Aprendi a ouvir meu corpo e fazer o que é melhor para ele”, reflete a modelo, destacando que o bem-estar real vem da sustentabilidade do organismo a longo prazo.
O livro Nutrir já desponta como um dos mais vendidos na categoria de saúde, servindo de guia para quem busca uma conexão maior com a comida sem a pressão da perfeição ou do radicalismo.

