A morte da ex-miss mexicana Carolina Flores Gómez, assassinada a tiros dentro de um apartamento de luxo na Cidade do México, continua a gerar indignação. Em entrevista exclusiva ao programa ¡Siéntese Quien Pueda!, da Univision, nesta quarta-feira (22/04), a mãe da vítima, Reyna Gómez Molina, expôs a frieza e a demora do genro, Alejandro Sánchez, em comunicar a tragédia.
O Silêncio do Genro
O crime ocorreu no dia 15 de abril, mas a família de Carolina só foi avisada quase 24 horas depois. Segundo Reyna, Alejandro só ligou às 13h35 do dia seguinte.
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A Justificativa: Alejandro alegou que o silêncio serviu para “proteger” o filho do casal, um bebê de 8 meses, temendo ser detido e deixar a criança desamparada.
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A Confissão: No telefonema, Reyna questionou se a filha estava morta no local durante todo aquele tempo. Alejandro confirmou e foi direto: “Minha mãe atirou nela”.
Com informações do Metrópoles.
Conflitos por “Motivos Banais”
Reyna revelou que, embora soubesse de atritos entre Carolina e a sogra, jamais imaginou um desfecho violento. Os problemas eram descritos como “comuns” e envolviam cobranças domésticas machistas:
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A sogra criticava abertamente o fato de Carolina não cozinhar para o marido.
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Havia uma pressão constante sobre a rotina da ex-miss dentro do lar.
Investigação em Curso
A polícia mexicana trabalha agora para entender se Alejandro Sánchez teve algum papel de omissão ou cumplicidade ao permanecer no apartamento com o corpo da esposa por horas antes de acionar as autoridades. A sogra permanece como a principal executora dos disparos que tiraram a vida da jovem que era o orgulho de sua comunidade.

