Ativista LGBT publica homenagem a Gladson: “Mudou vidas”

Germano Marino afirmou que ex-governador ajudou famílias

Por Redação ContilNet 11/05/2026 às 14:29

O ativista LGBTI+ e gestor público Germano Marino usou as redes sociais, ainda no último sábado (9), para publicar um longo texto em defesa do ex-governador do Acre Gladson Camelí. Na publicação, Germano destacou ações de apoio social, políticas voltadas à população LGBTQIA+ e disse que o ex-chefe do Executivo “mudou vidas em silêncio”.

Gladson foi condenado, na última quatra-feira (6), pela Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ), a 25 anos e nove meses de prisão em regime fechado. A condenação é fruto de um processo da Operação Ptolomeu, que investigou um esquema de corrupção durante sua gestão.

Segundo Germano, há pessoas que prometem muito. “E tem gente que muda vidas em silêncio”, escreveu o ativista no início do texto compartilhado em suas redes.

Ao longo da publicação, Germano afirmou que Gladson ajudava pessoas sem buscar exposição pública. “Quantas pessoas hoje têm comida dentro de casa por causa de uma ajuda silenciosa? Quantas pessoas conseguiram tratamento, apoio, oportunidade ou dignidade através dele sem ninguém nunca saber?”, questionou.

Ativista LGBT publica homenagem a Gladson: "Mudou vidas"

Germano ainda citou a criação do Conselho Estadual de Direitos Humanos. — Foto: Reprodução/Redes sociais

O ativista também relembrou medidas ligadas aos direitos humanos e à pauta LGBTQIA+ que, segundo ele, receberam apoio do então governador durante sua gestão.

“Quando eu pedi a sanção da lei do dia 17 de maio como Dia Estadual da Diversidade Sexual e de combate à LGBTfobia, ele assinou. Quando pedi a criação do Conselho Estadual LGBT, ele assinou”, afirmou.

No texto, Germano ainda citou a criação do Conselho Estadual de Direitos Humanos e do decreto do Prêmio Estadual de Direitos Humanos do Acre como iniciativas apoiadas por Gladson.

Sem mencionar diretamente qualquer contexto político ou judicial, o ativista declarou que muitas pessoas “desapareceram” em momentos difíceis, mas reforçou sua lealdade ao ex-governador.

“Que a justiça seja feita, como deve ser. Mas que a memória das pessoas também não seja injusta”, escreveu.

A publicação repercutiu nas redes sociais e gerou comentários de apoio e manifestações de seguidores ligados a movimentos sociais e ao meio político acreano.

 

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