Equipe de Lady Gaga se manifesta sobre ameaça de bomba em show no Rio

A cantora norte-americana Lady Gaga se apresentou na praia de Copacabana, no Rio, neste sábado (3/5)

Por Metrópoles 04/05/2025 Atualizado: há 11 meses

Após a revelação de que a Polícia do Rio de Janeiro desmantelou um plano de atentado a bomba no show de Lady Gaga em Copacabana neste sábado (3/5), a equipe da cantora se pronunciou sobre o caso. Segundo as autoridades, o plano incluía ataques durante a apresentação, com alvos específicos como crianças, adolescentes e o público LGBTQIA+, motivados por intenções terroristas e supostos rituais satânicos.

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Equipe de Lady Gaga se manifesta sobre ameaça de bomba em show no Rio/Foto: Buda Mendes/Getty Images

Um porta-voz de Lady Gaga informou que a equipe tomou conhecimento do esquema apenas por meio das reportagens da mídia brasileira e que, antes e depois do evento, não havia nenhuma preocupação ou alerta formal em relação à segurança.

Show de Lady Gaga no Rio

Lady Gaga se apresentou neste sábado (3/5) em Copacabana, no Rio de Janeiro, e reuniu uma multidão de 2,1 milhões de pessoas, segundo informou a prefeitura da cidade.

A apresentação de uma das maiores divas pop do mundo foi histórica. Lady Gaga emocionou a multidão ao fazer um discurso carregado de gratidão e carinho pelo público brasileiro.

A performance da artista norte-americana superou as expectativas de público, que era de 1,6 milhão, mesmo número de pessoas que estiveram presentes no show de Madonna no local, no ano passado.

Plano de bombardeio

O plano de ataque ao show foi desmantelado pela Polícia Civil do Rio de Janeiro. Segundo a coluna Mirelle Pinheiro, do Metrópoles, o plano mirava crianças, adolescentes e o público LGBTQIA+ com motivações terroristas e supostos rituais satânicos e os criminosos usariam coquetéis molotov e explosivos improvisados.

  • Plano terrorista no show de Lady Gaga: o que se sabe até agora

A ação foi batizada de Operação Fake Monster e desarticulou um grupo extremista que atuava nas redes sociais e promovia discursos de ódio, crimes contra crianças, adolescentes e o público LGBTQIA+.

De acordo com a investigação, o atentado seria executado como parte de um “desafio coletivo”, voltado à obtenção de notoriedade digital. Jovens, inclusive adolescentes, eram aliciados pelo grupo para participar de ações coordenadas, em que cada integrante teria uma função dentro do ataque.

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