Da tropa ao alto comando da PM: entenda a morte de dono de pastelaria

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A prisão de dois policiais militares suspeitos de participação no homicídio do dono de uma pastelaria de Goiânia, em outubro do ano passado, levantaram a suspeita sobre atuação de um grupo extermínio.

Na última quinta-feira (4/12), os policiais foram alvo de busca e apreensão cumpridos pela Delegacia de Investigação de Homicídios (DIH). Na casa de um deles, que é coronel da PMGO, a polícia civil localizou provas que evidenciam a atividade desse grupo criminoso. Nesta sexta-feira, os dois policiais militares foram presos.

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Os investigados foram identificados como o terceiro-sargento Tiago Lemes, lotado em Trindade (GO), e o primeiro-sargento Leneker Breno, que atua na segurança do vice-governador Daniel Vilela (MDB). Além deles, o coronel Alessandro Regys de Carvalho também foi alvo das buscas.

Imagens: 

Da tropa ao alto comando da PM: entenda a morte de dono de pastelaria - destaque galeria6 imagensExecutor de Fabrício BrasilFabrício Brasil Lourenço foi morto a tiros em frente a pastelariaPrisão do outro policial militarMomento da prisão de um dos PMsCoronal Regis CarvalhoFechar modal.MetrópolesFabrício Brasil Lourenço, 49 anos1 de 6

Fabrício Brasil Lourenço, 49 anos

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Executor de Fabrício Brasil

Reprodução / PCGOFabrício Brasil Lourenço foi morto a tiros em frente a pastelaria3 de 6

Fabrício Brasil Lourenço foi morto a tiros em frente a pastelaria

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Prisão do outro policial militar

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Momento da prisão de um dos PMs

Imagem cedida ao MetrópolesCoronal Regis Carvalho6 de 6

Coronal Regis Carvalho

Reprodução / Redes sociais

Entenda o caso:

  • Além dos dois sargentos presos, outras duas pessoas, ainda não identificadas, também foram detidas em Goiânia.
  • A vítima, Fabrício Brasil Lourenço, de 49 anos, foi morta a tiros em frente à sua pastelaria no dia 4 de outubro.
  • Segundo a Polícia Civil, Fabrício era investigado por suposto desvio de R$ 10 milhões, em um caso envolvendo o convênio de uma associação com a Secretaria Municipal de Saúde.

As ações foram acompanhadas pela Corregedoria da PMGO, que informou permanecer à disposição das autoridades competentes e cumprir rigorosamente todas as determinações legais e judiciais.

A Polícia Civil informou que a investigação deve continuar em sigilo até a conclusão do inquérito.

A coluna Na Mira entrou em contato com todos os citados na reportagem. O espaço segue aberto para manifestações.