O que antes ficava esquecido na gaveta ou era vendido após o fim de um casamento agora se transforma em expressão de liberdade. O chamado “anel de divórcio” vem ganhando popularidade entre mulheres que decidem dar um novo significado às joias que marcaram relacionamentos anteriores.
A tendência consiste em reaproveitar a pedra principal geralmente diamante ou outra gema preciosa e criar uma peça totalmente diferente do anel de noivado original. A ideia é que, em vez de simbolizar união, a joia passe a representar autonomia, superação e o início de um novo capítulo.
Nos Estados Unidos, a prática se popularizou após celebridades, como a modelo Emily Ratajkowski, mostrarem nas redes sociais como transformaram seus anéis antigos. O gesto ajudou a consolidar a mensagem de que o fim de um casamento não precisa ser encarado como fracasso, mas como oportunidade de empoderamento.
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Joalheiros relatam aumento na demanda por redesigns. Algumas clientes escolhem girar a pedra na horizontal, adicionar pedras coloridas, mudar a armação ou até transformar o diamante em colares e brincos. O custo do serviço varia conforme a complexidade: alterações simples começam em alguns milhares de dólares, enquanto projetos mais elaborados podem elevar significativamente o valor.
Além do aspecto estético, muitas mulheres buscam significados pessoais. Algumas inserem pedras do mês de nascimento dos filhos, símbolos de proteção ou elementos que remetam à própria trajetória. Outras optam por designs minimalistas, mas carregados de simbolismo.
O movimento reflete uma mudança cultural: de um estigma em torno do divórcio para uma celebração da coragem, da independência e do autoconhecimento. O anel de divórcio não é apenas uma joia; é uma forma de marcar o próprio recomeço e afirmar a valorização pessoal, independentemente do estado civil.
