Pedido desesperado: mãe de vítima de feminicídio implora para ver corpo da filha

Vitória Silva, de 20 anos, foi morta pelo ex-companheiro em Itapecerica da Serra; sepultamento ocorre nesta quarta-feira (25) na Grande São Paulo

Caso de feminicídio em Itapecerica da Serra envolvendo Vitória Silva de Oliveira.
G1

Um cenário de dor e revolta marca o adeus a Vitória Silva de Oliveira Pedroso, de 20 anos. Vítima de um crime brutal de feminicídio, a jovem será enterrada nesta quarta-feira (25/2) na Grande São Paulo. Em um relato comovente, a mãe de Vitória implorou às autoridades para ver o corpo da filha antes do sepultamento definitivo.

O principal suspeito do crime é o ex-companheiro de Vitória, Bruno Rodrigo Martins, de 25 anos. O caso ocorreu em Itapecerica da Serra e chocou a comunidade local pela crueldade: o corpo da jovem apresentava sinais claros de estrangulamento.

Medida Protetiva e Falha na Segurança

A tragédia levanta um alerta sobre a eficácia das proteções judiciais no Brasil. De acordo com a Guarda Civil Municipal (GCM), Vitória já possuía uma medida protetiva contra Bruno e integrava o programa “Guardiã Maria da Penha”, voltado ao monitoramento de mulheres em situação de risco.

  • O Crime: Vitória foi encontrada sem vida com marcas de violência física.

  • A Prisão: Bruno Rodrigo tentou fugir após o ato, mas foi localizado e preso em flagrante pela GCM.

  • A Justificativa: Ao ser detido, o agressor alegou, em uma tentativa de justificar o feminicídio, que teria sido traído pela vítima.

Estatísticas e Justiça

O caso foi registrado como feminicídio, qualificado pelo desprezo à condição de mulher e pelo descumprimento das medidas protetivas vigentes.

Dados do Caso Detalhes Oficiais
Vítima Vitória Silva de Oliveira Pedroso (20 anos)
Suspeito Bruno Rodrigo Martins (25 anos)
Local Itapecerica da Serra (SP)
Status Judicial Preso em flagrante / Inquérito por Feminicídio

O sepultamento de Vitória ocorre sob forte comoção de familiares e amigos, que pedem por penas mais rigorosas em casos de violência contra a mulher. A Polícia Civil segue investigando se houve outras ameaças recentes que não chegaram a ser reportadas ao programa de proteção.

Fonte: G1

Redigido por: ContilNet

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