Governo adia para quarta-feira envio de projeto que beneficia servidores à Aleac

Equipe do Palácio Rio Branco e representantes de pelo menos 20 sindicatos se reuniram

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Se as discussões chegarem ao fim nesta terça, o projeto será votado na Aleac nesta quarta-feira (1) | Foto: ContilNet

Ainda não será nesta terça-feira (31) a votação do projeto de lei que o governo pretende enviar à Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) para beneficiar os servidores públicos do Estado.

Uma equipe do Palácio Rio Branco e representantes de pelo menos 20 sindicatos se reúnem às 15h desta terça-feira, na sede da Secretaria de Planejamento (Seplan), para que ambas as partes cheguem a um consenso sobre algumas pautas.

A proposta do governo é aumentar o auxílio-alimentação de R$ 420 para R$ 700; criar um auxílio-saúde para inativos e aposentados, no valor de R$ 500; e instituir um auxílio-alimentação de R$ 700 para os militares, que atualmente não têm esse benefício. Por outro lado, os sindicatos querem, além da Revisão Geral Anual (RGA) de 20,39%, o aumento do auxílio-alimentação para R$ 900.

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Se as discussões chegarem ao fim nesta terça, o projeto será votado na Aleac nesta quarta-feira (1).

Luiz Calixto diz que proposta do governo é aumentar o auxílio-alimentação de R$ 420 para R$ 700— Foto: ContilNet

“Nós faremos uma reunião hoje à tarde com os sindicatos, com a Frente Única, onde receberemos o resultado das discussões que eles fizeram sobre uma proposta que o governo apresentou, uma proposta que, no nosso entendimento, contempla a maioria dos servidores públicos ativos e inativos”, disse Calixto.

“Esperamos que seja entendido, que seja acatada; evidentemente que temos consciência de que uma proposta nunca agrada a todos, mas o nosso entendimento, o nosso caminho, a nossa intenção é que a maioria seja contemplada. Se a maioria for contemplada, nós vamos trazer este resultado para a Assembleia e falaremos para os deputados que aquela é a proposta que obteve a maioria”, acrescentou.

Calixto disse que o governo não quer enviar o projeto “de qualquer jeito” e, por isso, não vai agir com pressa.

“Somente amanhã, na quarta-feira, dia primeiro, ainda temos o prazo. Não faremos nada de forma apressada, de forma a esmagar o diálogo. Sempre estaremos abertos ao entendimento, às conversas, ao diálogo, ao entendimento. Portanto, temos prazo; amanhã é dia primeiro ainda, o pagamento só vai sair dia 30 de abril, temos o prazo suficiente para elaborar a folha, então não precisamos agir com essa pressa tamanha. Nós estamos conversando e queremos trazer para a Assembleia o fruto desse entendimento”, concluiu.

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