Uma das histórias mais comentadas e misteriosas de Rio Branco volta a ganhar destaque neste sábado (4). No Arquivo 068 deste sábado (4), o ContilNet resgata o caso conhecido como o “demônio da Lua Azul”, episódio que atravessou anos no imaginário popular e ainda hoje desperta curiosidade e debate. Para assistir ao episódio, clique aqui.
De acordo com o jornalista Astério Moreira, o relato remonta ao início dos anos 2000, durante uma terça-feira de carnaval, na antiga boate Lua Azul, localizada na Avenida Getúlio Vargas. Frequentado principalmente por jovens, o espaço era conhecido pela música, pelas festas intensas e até por uma bebida famosa entre os clientes, apelidada de “bebida do capeta”.
Mas foi justamente em uma dessas noites que o inusitado teria acontecido. Segundo testemunhas da época, um homem com aparência de “diabo” — com chifres, olhos vermelhos e características consideradas assustadoras — surgiu no local e passou a interagir normalmente com os frequentadores. Muitos acreditaram se tratar apenas de uma fantasia, comum em época de carnaval.
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A situação, porém, teria tomado outro rumo quando o suposto personagem convidou uma jovem para dançar. Em meio à música e à movimentação da pista, o homem teria simplesmente desaparecido, deixando para trás fumaça e um forte odor, descrito por alguns como enxofre. A jovem, segundo os relatos, desmaiou logo após o ocorrido, provocando pânico entre os presentes.
A história se espalhou rapidamente pela cidade, ganhando versões, testemunhos e até supostas fotografias que circularam entre moradores na época. Para alguns, tratava-se de uma experiência sobrenatural; para outros, tudo não passou de encenação ou boato alimentado pelo clima da festa.
O episódio teria impactado diretamente o funcionamento da boate, que, segundo relatos, perdeu frequentadores após o caso e acabou encerrando as atividades algum tempo depois.
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