“Portas do inferno se abrirão”, afirma general iraniano em resposta a Trump

A escalada ocorre após o ultimato de 48 horas dado por Trump, em meio à guerra iniciada com a morte do líder supremo Ali Khamenei

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Donald Trump deu prazo de 48 horas para Irã liberar rota de petróleo
📸 Foto Destaque: Reprodução

O governo do Irã formalizou, neste sábado (4), a recusa em reabrir o Estreito de Ormuz, ignorando o ultimato imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A decisão foi comunicada pelo general Ali Abdullahí, chefe do Quartel-General Central de Khatam al-Anbiya, que classificou a postura americana como “desesperada, nervosa e tola”.

A tensão atingiu um novo patamar após Trump publicar em suas redes sociais um prazo de 48 horas para que o regime iraniano mude sua posição sobre a rota marítima, uma das mais importantes do mundo para o transporte de petróleo. “O tempo está se esgotando 48 horas antes de todo o inferno desabar sobre eles”, escreveu o presidente americano.

Resposta Militar de Teerã

Em um discurso incisivo, o general Abdullahí rebateu a ameaça e prometeu ataques destrutivos e sem restrições contra qualquer infraestrutura usada pelo exército dos EUA e pelo regime sionista em caso de agressão. “Tudo o que dissemos, dizemos, e o significado simples desta mensagem é que as portas do inferno se abrirão para vocês”, declarou o oficial militar.

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O conflito direto entre as potências se intensificou desde 28 de fevereiro, após um ataque conjunto que resultou na morte do líder supremo iraniano, Ali Khamenei, em Teerã. Desde então, o Irã utiliza o controle do Estreito de Ormuz como arma estratégica, proibindo a passagem de embarcações vinculadas a Washington e Israel para prejudicar o fornecimento de combustíveis.

Bloqueio e Fiscalização

Atualmente, o tráfego no local é restrito. Enquanto navios de ajuda humanitária possuem autorização expressa, outras nações só podem atravessar o estreito mediante o pagamento de um pedágio. A fiscalização iraniana segue rígida, mantendo o mundo em alerta para o impacto econômico e militar de um possível confronto em larga escala na região.


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