As práticas musicais tradicionais do Acre serão contempladas por um novo projeto voltado à preservação e valorização das expressões culturais mantidas por diferentes comunidades do estado.
Batizada de “Resgate das práticas musicais tradicionais do Acre: do invisível para o renascimento comunitário”, a iniciativa será executada pelo Instituto Nova Era de Desenvolvimento Socioambiental, em parceria com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
O projeto prevê um investimento de R$ 300 mil, transferido integralmente durante o exercício de 2026. Não há previsão de contrapartida financeira por parte da instituição responsável pela execução das ações.
Embora o documento não apresente todas as atividades planejadas, o título da iniciativa aponta para um trabalho de identificação, valorização e fortalecimento das práticas musicais preservadas no território acreano.
O estado reúne manifestações formadas pela influência de povos indígenas, comunidades tradicionais, migrantes nordestinos e populações que participaram da formação social e cultural da região. Cantos, instrumentos e celebrações comunitárias fazem parte desse patrimônio.
A proposta também pode contribuir para ampliar a visibilidade de músicos, mestres da cultura e grupos que preservam conhecimentos transmitidos entre gerações, especialmente em comunidades afastadas dos grandes centros urbanos.
A parceria terá vigência de um ano, entre 22 de julho de 2026 e 22 de julho de 2027. O termo de colaboração foi assinado pelos representantes do Iphan e do Instituto Nova Era.
As informações constam em extrato publicado na edição desta quinta-feira (23) do Diário Oficial da União (DOU).
