Em meio a pandemia em 2020, no Acre houve a solicitação de 350 mil auxílios emergenciais, foram deferidos 330 mil, comparado a nossa população à época representava 37,8%, naquela ocasião citei que sem medo de errar tínhamos com esses dados uns 42% da nossa sociedade miserável, pois não chegaram aos lugares mais longínquos do nosso Estado.
Já hoje com apontamento de 46,2% feito pelo PNAD (IBGE) 2024, sem medo de errar e nem de ser leviano, temos mais 50% da nossa população miserável.
De uma população estimada de 884 mil, há 127 mil famílias beneficiária de auxílios do Governo Federal, 85 mil empregados e destes 55 mil é o funcionalismo público, a conta não fecha.

O Acre já teve a 2° maior economia do país enquanto território, estamos caminhando para o último lugar em breve, disputando com Amapá e Roraima, que diga-se de passagem na disponibilidade das riquezas em breve os Estados citados, com Petróleo e Gás respectivamente, deixaram até outros além do Acre para trás.
Somos um país rico, de uma sociedade pobre e miserável, para ser massa de manobra pelos políticos corruptos, e ainda há quem defenda, brigue, colocando as vezes até a família em segundo plano, por político de estimação.
