Padrasto é condenado a 44 anos de prisão por torturar e matar enteado autista de 4 anos
Crime ocorreu em Florianópolis (SC) e foi motivado pelo incômodo do réu com o comportamento da criança.
O padrasto do menino Moisés Falk, de 4 anos, foi condenado a 44 anos de prisão em regime fechado na quinta-feira (3/9), em Florianópolis (SC).
De acordo com as informações apuradas pela jornalista Maria Eduarda Maia, o réu responderá pelos crimes de homicídio qualificado por motivo torpe e tortura.
“O homicídio foi cometido por motivo torpe, uma vez que o padrasto se sentia incomodado com os gritos da criança e acreditava que o menino prejudicava o relacionamento do casal”, destacou o MPSC em citação resgatada por Maria Eduarda Maia.
Vulnerabilidade do menino e situação judicial da mãe
Conforme detalhado pela reportagem de Maria Eduarda Maia, o caso provocou forte indignação pelas circunstâncias das agressões:
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Diagnóstico de TEA: O menino era diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA), condição que comprometia sua comunicação verbal e aumentava sua vulnerabilidade.
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Agressões Fatais: Moisés foi levado ao hospital em 17 de agosto de 2025 após sofrer diversos golpes na residência do casal, mas chegou à unidade de saúde sem vida.
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Situação da Mãe: A mãe da criança também chegou a ser denunciada pelo Ministério Público, mas o pedido foi inicialmente rejeitado pela Justiça e aguarda recurso.
Qual foi a pena aplicada ao padrasto do menino Moisés Falk?
O réu foi condenado pelo Tribunal do Júri a 44 anos de prisão em regime fechado pelos crimes de homicídio qualificado e tortura.
Qual foi a motivação apontada pelo Ministério Público?
O Ministério Público apontou motivo torpe, relatando que o padrasto se incomodava com os gritos do menino autista e acreditava que ele atrapalhava o relacionamento do casal.