06/08/2026

Rhuan levou 12 facadas e teve a cabeça arrancada do corpo quando ainda estava vivo

Por Everton Damasceno, ContilNetAtualizado
Rhuan foi morto pela própria mãe, Rosana Auri da Silva Cândido, de 27 anos, com ajuda da namorada dela, Kacyla Priscyla/Foto: Reprodução

A morte do acreano Rhuan Maycon da Silva Castro, assassinado aos 9 anos de idade em Samambaia, no Distrito Federal, na noite do último dia 31 de maio, foi mais cruel do que se pode imaginar. O menino foi morto pela própria mãe, Rosana Auri da Silva Cândido, de 27 anos, com ajuda da namorada dela, Kacyla Priscyla Santiago Damasceno, de 28, com pelo menos 12 facadas e teve sua cabeça secionada do corpo ainda vivo.

Rhuan foi morto pela própria mãe, Rosana Auri da Silva Cândido, de 27 anos, com ajuda da namorada dela, Kacyla Priscyla/Foto: Reprodução

É o que mostra o laudo cadavérico divulgado pela Polícia Civil do Distrito Federal divulgado nesta terça-feira (11), em Brasília.

De acordo com o documento, o menino recebeu a primeira das 12 facadas no peito, enquanto dormia. Ferido, o menino ainda conseguiu levantar-se e se por de joelhos, ao lado da cama, enquanto a segunda assassina o segurou para que a mãe completasse o crime. O laudo apontou também que, quando a cabeça de Rhuan foi arrancada, os sinais vitais do menino ainda estavam presentes.

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Rosana (esquerda) e Kacyla foram presas por conta do assassinato do menino Rhuan/Foto: Reprodução

De acordo com a polícia, após constatar que o menino estava morto, Kacyla, que o segurava, foi cuidar de acende o fogo na churrasqueira da casa, enquanto a mãe o esquartejava.  A ideia das criminosas, segundo o delegado-adjunto da 26ª Delegacia de Polícia (Samambaia), Guilherme Melo, era assar as partes do corpo, fazendo assim que a carne se desprendesse dos ossos. As mulheres chegaram a comprar um martelo que seria usado para triturar os ossos do menino. O delegado esteve em Rio Branco, na semana passada, colhendo informações sobre o passado das duas criminosas no período em que elas viviam no Acre, Estado onde nasceram e do qual fugiram, em 2015, cada qual sequestrando uma criança (Kacyla é mãe de uma menina, que assistiu o sacrifício de Rhuan).

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De acordo com o médico-legista Christopher Diego Beraldi Martins, que assina o laudo divulgado pela polícia do DF, a mãe retirou toda a pele do rosto da criança, que seria fritada na churrasqueira e jogada em um vaso sanitário. Para tornar o corpo ainda mais irreconhecível, a própria mãe também tentou retirar, com a faca, os globos oculares de Rhuan.

Após tentar assar o tórax, cabeça, pernas e braços, as mulheres desistiram ao perceberem que a carne não desprendia dos ossos como elas esperaram e aí resolveram dividir as partes do corpo em duas mochilas infantis. Uma delas foi jogada em um bueiro da quadra 425 de Samambaia e chamou atenção de um grupo de crianças, que acionaram adultos e estes procuraram a polícia. As duas mulheres estão presas em Brasília.

Conteúdo Original / Fonte: TIÃO MAIA, DO CONTILNET

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