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Acre registra baixa cobertura vacinal entre crianças, revela boletim

Por Maria Fernanda Arival, ContilNet 19/08/2026 16:29 Atualizado em 19/08/2026 16:33
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A Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) divulgou um novo boletim de coberturas vacinais de rotina nesta quarta-feira (19). Segundo o documento, os dados avaliam se as metas de imunização foram atingidas entre janeiro e junho de 2026.

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Em todo o estado em 2026, a cobertura vacinal em crianças menores de 1 ano no período de janeiro a junho, registrou acima de 80% na BCG, Hep B, Rota, Pneumo 10/20*, Penta, Polio e Men. C. A febre amarela registrou 69,84%.

Os municípios de Rio Branco e Acrelândia alcançaram em todos os imunobiológicos preconizados para o Indicador do Pacto Inter federativo: Pentavalente, pneumocócica 10 valente, Pólio Inativada Trivalente. O Estado do Acre não alcançou parâmetro.

O cenário é mais preocupante quando analisada a faixa etária de 1 a 4 anos. O boletim indica que o Acre ficou abaixo dos parâmetros preconizados em todos os imunobiológicos avaliados para esse grupo.

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Fonte: Sesacre

A série histórica de 2016 a 2025 mostra que no último ano, o Acre alcançou as melhores taxas de cobertura vacinal dos imunobiológicos preconizados para crianças menores de 2 anos.

Fonte: Sesacre

As vacinas são BCG, Hepatite B (<30 dias), Rotavírus humano, Pentavalente (DTP + Hib + HB), Pneumocócica 10v (<1 ano), Meningocócica Conj C (<1 ano), Pólio Inativada Injetável, Febre amarela, Tríplice Viral D1, Tríplice Viral D2, Hepatite A, DTP, Pneumocócica (1º ref) e Meningococo C (1º ref).

Desses imunológicos, apenas Febre amarela e Tríplice viral D2 registram menor cobertura vacinal, com 66,70% e 72,95%, respectivamente.

Apesar do desafio geral, o documento aponta Rio Branco, Jordão e Manoel Urbano como os municípios que obtiveram os melhores destaques no período de janeiro a junho de 2026.

A coordenação estadual de imunizações ressalta que a cobertura vacinal é o principal indicador da eficácia das estratégias de proteção da população e de interrupção da cadeia de transmissão de doenças. “A cobertura vacinal é o indicador que reflete a porcentagem da população vacinada, avaliando se o público-alvo e as metas de imunização foram atingidos, além de verificar a eficácia da estratégia implementada. A cobertura vacinal aumenta na mesma proporção em que cresce o número de pessoas vacinadas. Para interromper a cadeia epidemiológica, é necessário atingir os percentuais de cobertura na população alvo a ser vacinada e mantê-los de maneira uniforme em cada unidade geográfica”, diz o boletim.

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