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Acre tem pior índice de acesso à internet da Região Norte, aponta IBGE

Por Wellington Vidal, ContilNet 07/07/2026 às 16:33
Índice de acesso a internet no Acre é um dos menores do país. Foto: Reprodução

Índice de acesso a internet no Acre é um dos menores do país. Foto: Reprodução

Mesmo com a expansão do acesso à internet em todo o país, o Acre possui o menor percentual da população com acesso à internet,  é o que aponta a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua TIC 2025), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo a pesquisa, o Acre tem 92,2% dos acreanos vivendo em domicílios com acesso à internet, ocupando a última posição entre os estados da Região Norte 

No ranking regional, Rondônia lidera na Região Norte, com 97,6% da população conectada, seguida por Roraima e Amapá, ambos com 97,2%. O Pará registra 95,1%, enquanto o Amazonas alcança 94,8%.

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O levantamento revela que o Brasil está cada vez mais próximo da universalização do acesso à internet nos domicílios. Em todos os estados brasileiros, mais de 90% da população já conta com conexão.

Nas áreas urbanas, 97,5% dos moradores possuem acesso à internet. Já na zona rural, o percentual é menor, chegando a 91,6%, o que demonstra que a infraestrutura ainda representa um desafio em localidades mais afastadas.

Entre as regiões do país, o Centro-Oeste apresenta o melhor desempenho, com 98,2% da população conectada. Na sequência aparecem o Sudeste (97,5%), Sul (97,4%), enquanto Norte e Nordeste registram os menores índices, ambos com 95,4%.

O estudo também mostra que o telefone celular continua sendo o principal equipamento utilizado para acessar a internet no Brasil, presente na rotina de 98,7% dos usuários.

Em seguida aparecem a televisão, utilizada por 57,8% das pessoas para acessar conteúdos online, o microcomputador (33,4%) e o tablet (9,2%).

Apesar dos avanços, cerca de 4 milhões de domicílios brasileiros ainda permanecem sem acesso à internet. Entre os principais motivos apontados pelos entrevistados estão a falta de conhecimento para utilizar a tecnologia (36,5%), o alto custo do serviço (25,9%) e a percepção de que a conexão não é necessária (25,2%).

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