Agente socioeducativo e seu cunhado são presos vendendo armas e munições da Bolívia

Por Suporte 14/04/2015 às 22:49

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A Polícia Militar prendeu na manhã desta terça-feira (14) o agente socioeducativo Jeferson Gomes de MOraes, 31 anos, e seu cunhado, Elias Brasil de Farias, 23 anos, acusados de comercialização ilegal de armas de fogo.

De acordo com informaçãoes da polícia, o Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) recebeu uma denúncia de que o agente estaria vendendo armas calibre 22 em Rio Branco, trazidas da Bolívia.

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Ainda segundo a PM, cada arma era vendida por R$ 800. Foram encontradas também 50 munições e dois pentes de pistola 380.

Após receber a denúncia, uma guarnição do 3º Batalhao se encaminhou até a residência do agente, na rua santa rita, bairro Palheiral. Chegando lá, os policiais conversaram com a esposa do agente, que liberou a entrada da guarnição para uma revista na casa. No quarto do agente foram encontradas as armas e munições.

Na casa, estavam a esposa de Jeferson e Elias Brasil, cunhado e sócio do agente, segundo informações da PM.

Após encontrar as armas e munições, a polícia se dirigiu até a pousada Aquiri, onde efetuou a prisão de Jeferson.

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Versão do Instituto Socioeducativo do Acre

A assessoria do Instituto Socioeducativo do Acre (ISE) enviou nota de esclarecimento informando que não sabia da operação policial que prendeu o agente e só recebeu a informação quando a polícia já havia prendido o servidor.

A direção do ISE diz “que não tolera este tipo de conduta por parte de quaisquer profissionais do ISE”.

Confira a nota na íntegra:

Nota de Esclarecimento

O Diretor-presidente do Instituto Socioeducativo do Acre (ISE) esclarece que não tinha conhecimento da operação policial e recebeu a informação no momento em que a Polícia Militar chegou ao Centro Socioeducativo Acre para prender o agente Francisco Jeferson Gomes de Moraes. A Presidência da instituição ressalta que não tolera este tipo de conduta por parte de quaisquer profissionais do ISE, determinando à Corregedoria da instituição tomar os procedimentos cabíveis para a abertura de processo administrativo, sendo garantido ao servidor o principio da ampla defesa contraditória.

Rafael Almeida
Diretor-presidente do ISE

Conteúdo Original / Fonte: Da Redação da ContilNet Notícias

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