longa espera
Com os serviços se normalizando, depois do ponto facultativo prorrogado até a última sexta-feira (6), muitas pessoas estão procurando serviços, como bancos e as centrais de atendimento ao público. Porém, quem está procurando estes serviços está se deparando com enormes filas e horas de espera.
O jornalismo da ContilNet Notícias registrou, na manhã desta segunda-feira (9), a situação caótica em que se encontra a Central de Serviço Público (OCA). Quem chegou ao local cerca de 7 horas da manhã teve de esperar cerca de 2 horas para ser atendido.

A diretoria do órgão afirma que por lá, por exemplo, cerca de 10 mil pessoas sejam atendidas.
“Estamos tentando atender todo mundo. Está complicado. Estamos recebendo muitas pessoas que foram atingidas pela alagação, procurando por aquela ‘declaração de alagado’. Essa demanda está acontecendo na praça laranja e será dividida entre a praça e o auditório: levaremos pelo menos 100 pessoas para serem atendidas lá”.
Outros serviços também estão sendo procurados. De acordo com o órgão, usuários do transporte públicos estão procurando a instituição para renovar seus cartões de passe, pessoas que perderam seus documentos estão requerendo 2ª via, pedidos de ISS, dentre outros.
Ministério da Justiça anuncia tempo limite de espera em Call Center
O tempo máximo de espera do consumidor nos serviços de atendimento por telefone será de um minuto para o contato direto do consumidor com o atendente nos serviços de call centers. Para bancos e empresas de cartão de crédito o tempo é ainda menor, 45 segundos. Às segundas-feiras, dias anteriores e posteriores a feriados e quinto dia útil do mês, no entanto, a espera poderá ser de até 1 minuto e meio.

A portaria regulamenta o decreto nº 6.523, DE 31 de julho passado. O texto estabeleceu novas regras de funcionamento dos Serviços de Atendimento ao Consumidor (SAC) para as operadoras de serviço público.
Tanto a portaria quanto o decreto entraram em vigor no dia 1º de dezembro – prazo dado para as empresas se adequarem às mudanças. A regulamentação atinge os setores de energia elétrica, telefonia, televisão por assinatura, planos de saúde, aviação civil, empresas de ônibus, bancos e cartões de crédito fiscalizados pelo Banco Central. As empresas que descumprirem as normas estarão sujeitas a multas entre R$ 200 e R$ 3 milhões (Informações MP).