Traição
“O Vale do Juruá sempre traiu a oposição e mesmo assim o vice só vem de lá. Por isso estou caindo fora do PSDB”, declarou o prefeito de Epitaciolândia, André Hassem.
Indiferença
A revolta do prefeito André Hassem é baseada, também, na indiferença da oposição com líderes do Alto Acre. “Nós nunca fomos sequer ouvidos para a formação da chapa majoritária da oposição”, reclama.
Prefeito acusa Juruá de traição
“O Vale do Juruá sempre traiu a oposição e mesmo assim o vice só vem de lá. Por isso estou caindo fora do PSDB”, disse hoje cedo à coluna o prefeito de Epitaciolândia, André Hassem.
Indiferença
A revolta do prefeito André Hassem é baseada, também, na indiferença da oposição com líderes do Alto Acre. “Nós nunca fomos sequer ouvidos para a formação da chapa majoritária da oposição”, reclama.
Região das vitórias
Segundo André Hassem, embora as lideranças do Alto Acre sejam ignoradas, foi a região que deu as maiores diferenças em favor dos últimos candidatos a governador da oposição. “Vamos ter que ser ouvidos, ou deixo até a oposição”, ameaçou.
Nem ai pra crise
André Hassem anda “arrotando bacaba” assim por um motivo elementar: é um dos poucos prefeitos que não está nem ai para a crise provocada no Brasil pelo PT. Pelo contrário. Está com a cidade dele virada pelo avesso, de tantas obras, e ainda vai fazer a Expolândia.
Prefeituras quebradas
Com exceção de André Hassem, tudo quanto é prefeito do interior choramingava ontem pelo salão do Afa Jardim, onde acontece desde ontem o encontro estadual de vereadores do Acre. As prefeituras são como empresas falidas, mas sem possibilidade de declarar falência.
A volta do Armando Dantas
Quem desembarcou em Rio Branco à meia-noite de ontem foi o corpo do Armando Dantas, o cara do PMDB. Ele morreu em São Paulo, no domingo. Era tão querido, tão respeitado, que ninguém no Acre levou tanta gente ao aeroporto depois de morto, quanto ele.
Câmara pobre
Nenhuma Câmara Municipal é mais pobre no Acre do que a de Porto Walter. O duodécimo só da pra pagar o salário dos vereadores – e mal. A casa funciona precariamente, como nenhuma outra no Estado, ao ponto de seus dirigentes não saberem que o prefeito é obrigado a responder requerimento, por exemplo. O presidente, Rosildo Cassiano (PSD), só conseguiu chegar a Rio Branco, para o encontro de vereadores, porque teve a ajuda de amigos, entre eles o senador Sérgio Petecão (PSD).
Intimidade com vereadores
Nenhum senador do Acre tem mais amigos vereador pelo interior do Acre quanto Sérgio Petecão. Só nesta segunda-feira jantavam em sua casa ao menos 14 deles, que estão na capital para participar do encontro de vereadores.
Ferrenho opositor
Nas reuniões da oposição, em Rio Branco, o ex-vereador Francisco Holanda, de Plácido de Castro, é sempre apontado como um dos mais ferrenhos opositores ao PT no interior do Acre.
Votos de lambuja
“Desta vez vou ter os votos do papai (o ex-vereador Cosme Moraes, morto há dois meses) e do meu irmão, o ex-deputado Lira Moraes, os quais não tive na primeira eleição”. Do vereador Antônio Moraes (PSB).
Constrangimento
Em nome de uma tal acreanidade, puxas-sacos do governo insistem em colocar a vice-governadora, Nazareth Araújo (PT), em situação de constrangimento, de vez em quando, em nome da lembrança do pai dela, o primeiro governador eleito do Acre, José Augusto Araújo. Pouca gente tem interesse nessa história.
Senador bacana
Doutor Rey, aquele daquela piada de querer ser senador pelo Acre, foi mostrado como um cara bacana na entrevista com a Eliana, domingo, no SBT. Achei ele muito humano, mas prefiro o Jorge Viana (PT), o Petecão (PSD) e o Gladson (PP).
Piada do ano
Aconteceu no Congresso do PT, em Salvador, na Bahia, a piada do ano: um dos dirigentes nacionais passando carão nos demais partidos, chamando os adversários de corruptos.
A velocidade do padre Paolino
Esses dias uma equipe de imprensa tentou entrevistar o padre Paolino Baldassari, em Sena Madureira, mas ele negou-se a ser ouvido. O repórter insistiu e o frade deu uma carreira na equipe, mesmo perto dos 90 anos. A cena foi hilária, aquele cacheichinho correndo atrás dos rapazes.
Jogo de civilidade
Joguei ontem à noite pelo time do senador Petecão, contra o time do prefeito Marcus Alexandre (PT), por ocasião da inauguração da quadra de grama sintética do bairro Raimundo Melo. Um torcedor me perguntou como participo de uma partida com o prefeito contra a administração do qual sou um dos mais ferrenhos críticos. Minha resposta: somos civilizados. E o prefeito Marcus, como pessoa, é um lord inglês.