
Policial Federal Victor Campelo /Foto: Reprodução
Mais uma sessão para julgamento do pedido de habeas Corpus feito pela defesa do policial federal Victor Campelo, acusado de atirar em uma boate e matar o acadêmico, Rafael Frota, aconteceu na manhã desta terça-feira (9) e foi negado com unanimidade pela Câmara do Tribunal de Justiça.
De acordo com o advogado de defesa, Wellington Silva, novas provas substanciais foram entregues nas mãos dos juízes, porém, não tiveram tempo suficiente para analisar e examinar todo o material e acabou tendo seu pedido negado.
O advogado também aguarda com expectativa a decisão do Ministério Público já que foi pedido pelo delegado responsável pelo caso, o desindiciamento do policial federal no inquérito, além de outras duas pessoas que teriam participado da briga e teriam sido indiciadas pelo crime de lesão corporal grave e leve.
“O meu cliente, com esse desindiciamento, se torna para todos os fins a vítima, e os agressores do meu cliente se tornam autores do fato. Então, a justiça está sendo feita na sua concretude, é uma pena que o Tribunal de Justiça do Estado do Acre ainda não tenham reconhecido, mas é um resultado natural, que o juiz de 1º grau reconheça que meu cliente agiu em legítima defesa e que ele merece a liberdade”, disse o advogado.
