Reviravolta no Caso Guascor: vítima diz que não reconhece enfermeiro como o atirador

Denis recorreu à imprensa para esclarecer alguns fatos sobre o caso. O principal deles diz respeito ao enfermeiro Marcos Vinícius Furtado, acusado de ser o autor dos disparos

Por Matheus Mello, ContilNet 15/02/2025 às 17:29

Residente no bairro Rosa Gonçalves, em Sena Madureira, Denis José de Brito Rodrigues foi um dos baleados em janeiro deste ano no estacionamento da Guascor, situado na BR-364, próximo à entrada da cidade. Após passar alguns dias internado em Rio Branco, ele recebeu alta médica e já se encontra em casa.

As investigações foram concluídas pela Polícia Civil/ Foto: Reprodução

Neste final de semana, Denis recorreu à imprensa para esclarecer alguns fatos sobre o caso. O principal deles diz respeito ao enfermeiro Marcos Vinícius Furtado, acusado de ser o autor dos disparos.

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Em seu relato, Denis demonstrou certa indignação com o julgamento público que está sendo feito ao servidor. Ele disse que não reconhece Marcos Vinícius como o atirador.

“Venho aqui expressar a minha indignação, pois várias pessoas estão julgando e criticando o Marcos Vinícius, fazendo pressão para prendê-lo, mas nada de investigarem as pessoas que o agrediram logo após ele entrar em luta corporal na tentativa de retomar sua arma, onde tem fotos que comprovam a intensidade com que ele foi agredido. Como falei no meu depoimento à polícia, ao me aproximar do tumulto em que ele se encontrava, apenas senti o impacto da bala. Não sei quem atirou, pois estava um tumulto. As pessoas estão julgando e criticando um pai de família, com dois filhos para criar, sem saber a real veracidade dos fatos”, comentou a vítima.

Nessa ocasião, Denis Brito foi atingido no abdômen e, apesar do ferimento, conseguiu sobreviver. 

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Ao concluir as investigações, a delegada do caso optou por não pedir a prisão preventiva de Marcos Vinícius sob alegação de não ter encontrado os elementos necessários para tal medida. O pedido foi feito posteriormente pelo promotor Júlio César.

Essa versão apresentada pela vítima, bem como outros elementos, serão utilizados pela defesa, através do Dr. Maycon Moreira, na tentativa de provar a inocência do servidor público.

Conteúdo Original / Fonte: Redação ContilNet

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