Irinéia Barbosa visita comunidades isoladas para ouvir moradores
Há realidades do Acre que não cabem em uma reunião de gabinete, em um relatório ou em uma estatística. Para conhecê-las, é preciso chegar até onde as estradas levam e, em alguns casos, onde elas terminam.
Foi com esse objetivo que Irinéia Barbosa esteve em comunidades e áreas rurais de Manoel Urbano, Bujari e Sena Madureira, em uma agenda de escuta e contato direto com moradores.
Durante as visitas, a candidata conversou com famílias, ouviu relatos sobre as dificuldades enfrentadas no dia a dia e conheceu de perto demandas relacionadas à infraestrutura, acesso a serviços públicos, produção rural, oportunidades de trabalho e geração de renda.
A proposta, segundo Irinéia, é fazer com que essas experiências ajudem a construir uma agenda política conectada às necessidades reais do interior.
“Tem coisas que a gente só entende quando está ali, diante das pessoas, ouvindo suas histórias e vendo a realidade com os próprios olhos. Eu não quero falar pelo interior sem antes ouvir quem vive nele. Quero conhecer, aprender e levar essas demandas para os espaços onde as decisões são tomadas”, afirmou.
A agenda também representa uma mudança de perspectiva sobre a forma de fazer política: sair dos grandes centros e buscar as comunidades que nem sempre conseguem fazer suas demandas chegarem às autoridades.
Para Irinéia, cada visita tem servido como aprendizado e como oportunidade para identificar problemas que precisam ser transformados em propostas concretas.
“Muitos candidatos acham perca de tempo eleitoral visitar comunidades isoladas e o interior, para mim tem sido grandioso, essas pessoas precisam serem ouvidas, ter acesso as oportunidades e participar das decisões que definem o futuro do nosso estado”, destacou.
As visitas a Manoel Urbano, Bujari e Sena Madureira integram uma série de agendas que Irinéia pretende realizar em diferentes regiões do Acre.
A pergunta que acompanha esse percurso é direta: o que as comunidades mais distantes do Acre precisam que Brasília ainda não está ouvindo?
A resposta, para Irinéia, começa justamente onde a política precisa estar mais presente: perto das pessoas.