Empresa Foggo contestou processo do MPDFT, negou ganhos sobre prejuízo de usuários e defendeu legalidade de contratos.
A empresa Foggo, responsável pela operação da plataforma Blaze no Brasil, apresentou sua defesa na Ação Civil Pública movida pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT).
De acordo com as informações apuradas pela colunista Fábia Oliveira, a ação solicita a condenação solidária de R$ 120 milhões por danos morais coletivos contra a empresa e a influenciadora Virginia Fonseca.
“A Foggo negou categoricamente que a remuneração de Virginia dependesse das perdas dos apostadores e solicitou uma perícia estatística para avaliar o real impacto da publicidade”, revelou Fábia Oliveira na cobertura exclusiva do caso.
Principais argumentos da defesa da Blaze
Conforme detalhado pela reportagem de Fábia Oliveira, a empresa apresentou pontos contrários às alegações do MP:
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Contrato Fixo: A ré anexou o contrato aos autos comprovando que Virginia recebia um valor inicial e parcelas fixas ao longo de 18 meses, sem participação nas receitas das apostas.
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Apostas na Copa do Mundo: Sobre a divulgação do jogo entre Argentina e Cabo Verde, a Foggo argumentou que o pico de apostas ocorreu pelo engajamento natural da partida e solicitou perícia técnica para comprovar a ausência de nexo causal.
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Conscientização: A defesa relembrou que a influenciadora e o jogador Neymar protagonizaram campanhas institucionais sobre jogo responsável promovidas pela marca.
Por que a Blaze e Virginia Fonseca estão sendo processadas?
O MPDFT moveu uma Ação Civil Pública pedindo R$ 120 milhões por supostas práticas abusivas e falta de clareza na identificação de anúncios de apostas esportivas.
O que a empresa responsável pela Blaze alegou em sua defesa?
A empresa Foggo argumentou que contratou Virginia por valor fixo, sem participação nas perdas dos usuários, e pediu uma perícia para provar que os stories não inflacionaram as apostas.
