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Universo POP

Chico Buarque, Gil e Djavan movem ação contra deputada

Por Redação ContilNet 20/08/2026 07:56
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Artistas e herdeiros cobram indenização pelo uso de canções célebres no curso pago “Clube Antifeminista” sem autorização adequada.

Uma nova decisão da Justiça do Rio de Janeiro manteve as plataformas Google e Facebook como réus no processo movido por Chico Buarque, Gilberto Gil, Djavan e herdeiros de Mário Lago e Augusto Boal contra a deputada estadual Ana Caroline Campagnolo (PL-SC) e a Livraria Campagnolo. A disputa central gira em torno do uso de canções históricas da MPB em uma aula de divulgação do curso pago “Clube Antifeminista”.

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De acordo com as informações apuradas pela jornalista Camilla Germano para o portal METRÓPOLES, as obras foram licenciadas junto às editoras sob justificativas que não correspondiam à verdadeira finalidade comercial e ideológica do projeto.

“Os artistas afirmaram que houve violação de direitos autorais morais e patrimoniais, além de descumprimento do princípio da boa-fé e do dever de informação durante a obtenção das autorizações”, destacou a repórter Camilla Germano em cobertura publicada no METRÓPOLES.

Obras envolvidas, papel Big Techs e pedidos de indenização

Conforme detalhado pela cobertura de Camilla Germano no METRÓPOLES, o processo empresarial detalha diversos pontos de infração aos direitos autorais:

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Por que Chico Buarque, Gil e Djavan processam a deputada Ana Caroline Campagnolo?

Os artistas alegam que suas músicas foram usadas em uma aula do curso pago “Clube Antifeminista” sem a devida transparência ou licença para fins comerciais e ideológicos.

Por que o Google e o Facebook continuam como réus no processo?

A Justiça do Rio entendeu que as empresas administram as plataformas onde o conteúdo circulou (YouTube e Instagram) e possuem capacidade técnica para cumprir as ordens de remoção.

Conteúdo Original / Fonte: Redação ContilNet
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