Rio Branco, Acre,


Fieac e demais representantes do setor produtivo se reúnem com Gladson Cameli

Os empresários relataram ao governador os entraves que engessam diferentes segmentos da economia local

Representantes do setor produtivo estiveram reunidos na manhã desta quinta-feira, 10, com o governador Gladson Cameli. O encontro, articulado pelo deputado estadual José Bestene, contou com a presença do presidente em exercício da FIEAC, João Paulo Pereira; da FAEAC, Assuero Veronez; da Federacre, Rubenir Guerra; além do diretor-técnico do Sebrae, Lauro Santos, do assessor Relações Institucionais da Federação das Indústrias, Assur Mesquita, e do chefe de Departamento do governo, Alex Barros.

Os empresários relataram ao governador os entraves que engessam diferentes segmentos da economia local, trataram de pautas como a união do setor produtivo através das suas instituições de representação, Projeto de Lei para licenciamento ambiental e Projeto de Lei para criar uma modalidade de credenciamento para a indústria de confecções e calçados acreana.

O presidente em exercício da FIEAC destacou a importância de o setor de confecções garantir, juntamente ao Executivo estadual, uma parceria nos moldes do que acontece com o segmento moveleiro de compras governamentais do que é produzido pelas marcenarias locais. O empresário ressaltou, ainda, o importante papel que o Fórum Permanente de Desenvolvimento do Acre tem realizado no Estado.

“Acreditamos que o Fórum possa ser um instrumento direto de diálogo com o governador e as autoridades do Estado. O nosso entendimento é de que um trabalho em parceria com o governo trará resultados positivos para a inciativa privada e consequentemente, para toda a população do Acre”, assinalou João Paulo.

O governador Gladson Cameli avaliou como positiva e extremamente importante a reunião. “Precisamos manter o diálogo e trabalhar em parceria com o setor empresarial. Essa é nossa política de desenvolvimento e geração de empregos. Nosso objetivo é absorver as demandas do da classe produtiva para facilitar e acabar com a burocracia. Temos que falar com quem entende, que é justamente a iniciativa privada”, salientou.

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