‘Pica-pau’ Ă© preso no Acre apĂłs tentar explodir casa de inimigo com dinamite

De acordo com a PolĂ­cia, o acusado Ă© um faccionado responsĂĄvel por outros crimes na regiĂŁo de fronteira, inclusive de um assassinato

Por TiĂŁo Maia, ContilNet 15/07/2023 Ă s 08:43 Atualizado: hĂĄ 3 anos

O homem que tentou explodir uma casa com bomba de dinamite no municĂ­pio de BrasilĂ©ia, em junho deste ano, foi identificado e preso pela PolĂ­cia Civil. Trata-se de um rapaz identificado por Saymon Klinger Andrade Braga, de 21 anos, vulgo “Pica-Pau”, acusado de outros crimes e que confessou aos policiais ser autor da tentativa de explosĂŁo Ă  residĂȘncia no municĂ­pio.

O acusado tambĂ©m Ă© responsĂĄvel pelo assassinato de Pedro Ribeiro Moreira, de 21 anos, morto no dia 7 de julho passado com um tiro de escopeta calibre 12 no rosto, apĂłs ter sua casa invadida. Ao ser preso pelo assassinato, “Pica-Pau” tambĂ©m confessou o atentado Ă  bomba Ă  residĂȘncia.

RELEMBRE: Criminosos tentam explodir residĂȘncia com dinamite no interior do Acre

‘Pica-pau’ Ă© preso no Acre apĂłs tentar explodir casa de inimigo com dinamite

Saymo foi preso ao lado da mulher com a qual vive e da qual tem ajuda em seus crimes em Brasileia, diz a Polícia. Foto: O Alto Acre/Reprodução

De acordo com a PolĂ­cia, foram atos da guerra entre facçÔes, jĂĄ que “Pica-Pau” Ă© um faccionado envolvido em vĂĄrios outros crimes no municĂ­pio, segundo revelou o trabalho dos investigadores.

No atentado com dinamite  em BrasilĂ©ia, ocorrido no bairro Leonardo Barbosa, por muito pouco, a famĂ­lia inteira, que estava em casa, nĂŁo saiu ferida. O pior sĂł nĂŁo aconteceu porque o dono da casa, ao ver o artefato prestes a explodir, conseguiu pegĂĄ-lo e jogar para fora da residĂȘncia. Onde a bomba caiu, explodiu e chegou a derrubar uma caixa d’água e causar outros estragos.

Uma mulher, que vive com “Pica-Pau”, identificada pelas iniciais V. K. F., tambĂ©m foi presa. Ela tem envolvimento nos crimes do marido, disseram os investigadores. Outras quatro pessoas estĂŁo envolvidas nos crimes. No caso da dinamite, a mulher estava junto com o suspeito que jogou o artefato na casa de um desafeto de outra organização criminosa.

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