Acusados pela morte de professor no Acre serão transferidos para presídios em Rio Branco

A investigação segue sob responsabilidade da Polícia Civil, que tem até 30 dias para concluir o inquérito

Os dois suspeitos de envolvimento no assassinato do professor e representante comercial Reginaldo Silva Corrêa, conhecido como “Regis”, devem ser levados para unidades prisionais em Rio Branco nos próximos dias. O corpo da vítima foi sepultado na sexta-feira (3) em Epitaciolândia, sob forte comoção.

A Polícia Civil informou que o inquérito segue em andamento e que novas diligências estão sendo realizadas | Foto: Reprodução

Victor Oliveira da Silva, que já era monitorado pela Justiça, confessou o crime e também a ocultação do corpo. Ele permanece preso após decisão judicial na audiência de custódia. A Polícia Civil informou que o inquérito segue em andamento e que novas diligências estão sendo realizadas para esclarecer todos os detalhes do caso.

A outra investigada, Marejane Maffi, de 48 anos, é apontada como responsável por auxiliar na ocultação do corpo e por levar o veículo da vítima até o lado boliviano da fronteira, no dia 25 de setembro. Segundo as investigações, ela também teria fornecido os materiais usados para esconder o cadáver.

Inicialmente, o juiz responsável pelo caso fixou fiança de R$ 20 mil para Marejane, posteriormente reduzida para R$ 10 mil a pedido da defesa. O valor, no entanto, não foi pago até o prazo determinado, o que resultou na manutenção da prisão e na transferência dela para o presídio feminino de Rio Branco.

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As autoridades não divulgaram detalhes sobre a logística da transferência dos acusados, alegando questões de segurança. A operação será conduzida por equipes da Polícia Penal e da Polícia Civil.

A investigação segue sob responsabilidade da Polícia Civil, que tem até 30 dias para concluir o inquérito e apresentar denúncia formal à Justiça, que poderá levar os envolvidos a julgamento.

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