O governo do Acre, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem, Infraestrutura Hidroviária e Aeroportuária (Deracre), realizou na quinta-feira, 12, vistoria nos preparativos para o início dos serviços de manutenção da pista de pouso do aeródromo de Marechal Thaumaturgo. As intervenções incluem nivelamento da pista, correção de pontos desgastados e recomposição da superfície de pouso.
A presidente do Deracre, Sula Ximenes, explicou que os serviços fazem parte das ações de manutenção realizadas pelo órgão para garantir melhores condições de operação nos aeródromos do estado. “Nosso objetivo é manter as pistas em condições seguras de uso, principalmente em municípios onde o transporte aéreo é fundamental para o deslocamento de pessoas, pacientes e insumos”, destacou.
Manutenção no aeródromo terá horários restritos para voos até maio/ Foto: Gabriel Freire / Deracre
Durante a execução dos serviços, são estabelecidas janelas operacionais por meio de NOTAM (Notice to Airmen), aviso oficial da aviação civil utilizado para informar pilotos e operadores sobre alterações temporárias nas condições de funcionamento dos aeródromos.
“Esses avisos são necessários para organizar as operações e garantir que as equipes consigam trabalhar com segurança na pista, ao mesmo tempo em que mantemos a comunicação com pilotos e companhias aéreas”, explicou a presidente.
No aeródromo de Marechal Thaumaturgo, os voos poderão ser realizados das 14h às 18h, entre 16 de março e 15 de maio. Fora desse horário, a pista permanecerá temporariamente fechada para operações regulares, a fim de permitir a execução dos serviços de manutenção.
Manutenção no aeródromo terá horários restritos para voos até maio/ Foto: Gabriel Freire / Deracre
Mesmo com as restrições operacionais temporárias, voos de emergência continuam autorizados a qualquer momento. Situações como transporte de pacientes, missões médicas, operações de segurança e resgates poderão utilizar o aeródromo independentemente do horário estabelecido.
“Os voos de emergência têm prioridade absoluta. O transporte de pacientes e as operações de saúde não podem esperar. Mesmo durante a manutenção, essas operações continuam acontecendo sempre que necessário”, reforçou Sula Ximenes.
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