Em Minnesota, o americano Duane Arden Johnson foi acusado de homicídio em terceiro grau pela morte por overdose de sua esposa, Debra Lynn Johnson, de 69 anos. Segundo as autoridades, ele retirou a mulher de um centro de cuidados paliativos e a levou para casa nos últimos dias de vida, onde organizou o que descreveu como uma “festa da morte”, contrariando recomendações médicas de que ela permanecesse sob acompanhamento profissional.
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Em depoimento, Duane Arden Johnson afirmou que apenas cumpria uma promessa de não deixar a esposa morrer em um asilo e que ela teria pedido para “curtir” seus momentos finais ao lado dele. Durante esse período, ele admitiu ter fornecido metanfetamina à companheira porque ela queria ouvir música e aproveitar o tempo juntos.
A versão, no entanto, foi confrontada pela perícia. A autópsia concluiu que a causa da morte foi intoxicação por metanfetamina, o que levou os promotores a enquadrarem o caso como homicídio.
Além da acusação principal, Johnson também passou a responder por outros crimes, incluindo negligência criminal e posse de itens obtidos de forma ilícita. Durante buscas na propriedade do casal, a polícia encontrou armas e munições, o que agravou a situação judicial dele.
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