A Academia Acreana de Letras (AAL), em parceria com a Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB Acre) e com apoio da Sociedade Literária Acreana (SLA), lançou nesta segunda-feira (15), o edital da antologia Vozes Esquecidas.
O objetivo do projeto é reunir textos que contem histórias de pessoas que tiveram papel importante na construção social, cultural, econômica e humana do Acre, mas que ficaram à margem dos registros oficiais e das homenagens públicas.
A obra pretende dar visibilidade a personagens como professores, parteiras, seringueiros, artistas populares, líderes comunitários, trabalhadores rurais, pioneiros e mestres da cultura, entre outros nomes que marcaram suas comunidades.
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De acordo com o presidente da Academia Acreana de Letras, José Dourado, a iniciativa busca preservar memórias que ajudam a contar a verdadeira história do estado.
“Quando pensamos na história do Acre, lembramos dos grandes acontecimentos e dos nomes que ganharam espaço nos registros oficiais. Mas a verdadeira história de um povo também é construída por milhares de homens e mulheres que nunca estiveram sob os holofotes. A literatura tem a missão de preservar essas memórias. Por isso, a Academia Acreana de Letras recebe com entusiasmo a proposta da antologia Vozes Esquecidas, que valoriza não apenas a escrita, mas também a memória coletiva do nosso povo”, disse.
A coletânea terá caráter colaborativo e aceitará textos nos gêneros crônica, conto, relato literário, texto memorialístico, poema e prosa poética. Cada autor poderá utilizar até quatro páginas para o texto principal, além de uma página destinada à fotografia e minibiografia.
As inscrições estarão abertas entre 15 de junho e 15 de agosto de 2026. O lançamento do livro está previsto para novembro.

A proposta é reunir textos que contem histórias de pessoas que tiveram papel importante na construção social, cultural, econômica e humana do Acre/Foto: Reprodução



