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Destaque 2Cotidiano

Acre tem acúmulo de processos que apuram crimes contra a vida, aponta Conselho de Justiça

por Marina Pinheiro, Agência ContilNet 3 de junho de 2025
Escrito por Marina Pinheiro, Agência ContilNet

Números do Mapa Nacional do Tribunal do Júri, divulgados nesta terça-feira (3), pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), revelam que o Acre enfrenta um acúmulo de processos relacionados a crimes contra a vida a depender de julgamento pelo Tribunal do Júri Popular.

Acre tem acúmulo de processos que apuram crimes contra a vida, apontam Conselho Nacional de Justiça. Foto: Reprodução

O Estado acreano tem exatos 1.012 processos à espera de julgamento. Os últimos números aferidos, datados de 30 de abril deste ano, mostram o acúmulo de processo e que, em 2025, foram realizadas apenas 51 sessões do Tribunal do Júri local, com tempo médio do processo pendente de quatro anos e seis meses.

Em 2025, foram registradas 77 novas ações e 54 recursos. Até o último dia de abril, o Judiciário conseguiu realizar 195 julgamentos, o que não foi suficiente para reduzir a quantidade de processos em espera. A taxa de pendência é de 121,93 processos pendentes para cada 100 mil habitantes.

Além disso, a taxa de casos novos por 100 homicídios é de 0,51 o que indica que, proporcionalmente, surgem poucos novos casos em relação ao número de homicídios. Os números mostram que 2023 foi o ano em que mais crimes foram julgados na Vara do Tribunal do Júri.

Na fase sumária, que decide se o réu vai ou não a júri popular, foram 62 decisões de pronúncia, encaminhando o réu a julgamento, e nove de impronúncia, que é quando não há elementos suficientes para levar o acusado a júri.

Nos julgamentos realizados em plenário, o índice de condenações foi maior: 41 pessoas foram condenadas e 23 absolvidas. Também foram registradas três absolvições sumárias, que é quando o judiciário dispensa a fase de audiência de instrução e julgamento, quando vê que a acusação não pode prosperar.

O painel também mostra três casos encerrados por morte do réu e dois por prescrição. Um dos casos que está pendente este ano e, pela segunda vez, teve a audiência desmarcada, é o julgamento do mototaxista Giani Justo Freitas, acusado pela morte da esposa, a engenheira civil Silvia Raquel Mota, encontrada morta dentro de uma caixa d’água na casa em que moravam em agosto de 2014, em Rio Branco.

Outro caso é o assassinato de José Francisco de Assis da Silva, de 45 anos, ocorrido em novembro de 2023, que já tem réus definidos. Os acusados Mayke Wisley Oliveira dos Santos, Roniscley Ribeiro da Silva e Francisco Valdeci Borges da Silva vão a júri popular pelo crime, mas a data ainda não foi marcada.

3 de junho de 2025 0 comentários
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Universo POP

Chico Buarque faz cirurgia para diminuir a pressão intracraniana

por Marina Pinheiro, Agência ContilNet 3 de junho de 2025
Escrito por Marina Pinheiro, Agência ContilNet

O cantor Chico Buarque fez uma cirurgia para diminuir a pressão intracraniana nessa terça-feira (3). O procedimento foi realizado no hospital Copa Star, em Copacabana, na Zona Sul do Rio.

Chico Buarque faz cirurgia para diminuir a pressão intracraniana. Foto: Reprodução

A cirurgia, que já estava programada, durou menos de uma hora. O artista já foi levado para o quarto e está bem, segundo sua assessoria. A tendência é que ele receba alta em breve.

No último domingo (1º), Chico subiu ao palco com Gilberto Gil em um show na Marina da Glória. Juntos, os dois artistas cantaram “Cálice”, obra-prima da MPB, que é considerada uma canção de resistência à ditadura.

3 de junho de 2025 0 comentários
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Notícias

Lula diz que atritos internos são naturais na economia e meio ambiente

por Agência Brasil 3 de junho de 2025
Escrito por Agência Brasil


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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que vê com naturalidade a ocorrência de atrito entre diferentes pastas do governo, em especial quando envolvem processos que requerem cuidados especiais, como nas áreas ambiental e econômica.

A afirmação foi feita em entrevista coletiva concedida nesta terça-feira (3), em resposta após um pedido de avaliação do projeto de lei (PL) que cria um marco para o licenciamento ambiental no país.

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O PL 2.159 é chamado também de PL da Devastação por aqueles que são contra sua aprovação. Os que são favoráveis ao projeto dizem que ele dará celeridade às licenças ambientais.

O texto aprovado no Senado – e já encaminhado à Câmara dos Deputados – prevê a dispensa de licenciamento para atividades que não ofereçam risco ambiental ou que precisem ser executados por questão de soberania nacional ou de calamidade pública.

Além disso, o PL isenta de licenciamento os empreendimentos agropecuários para cultivo de espécies de interesse agrícola, bem como de pecuária extensiva, semiextensiva e intensiva de pequeno porte.

Atrito

Lula disse que não conhece de forma detalhada as regras previstas no projeto em tramitação no Legislativo.

“Quando chegar [à Presidência], eu digo se concordo ou não com as regras aprovadas”, afirmou.

Na avaliação do presidente, é natural que haja atritos, inclusive entre membros de sua equipe, em questões relevantes que envolvem os mais diversos interesses.

“Foi assim nos meus mandatos; nos governos do Fernando Henrique Cardoso, do José Sarney e de todo mundo. Sempre haverá atrito e divergências entre as pessoas que concedem e as pessoas que querem receber. Isso vale também para crédito bancário; vale para liberação de orçamento.”

Ibama

No caso específico do que seria a demora para os licenciamentos ambientais concedidos pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis, o presidente lembrou que, se o Ibama der uma autorização precipitada, quem vai para cima dele é o Ministério Público.

“Então eles também têm preocupações porque têm muitas responsabilidades. É por isso que, muitas vezes, eles são muito exigentes”, disse Lula.

“Claro que, se você fosse ministro dos Transportes, tendo o compromisso de fazer uma quantidade de obras, e um dos motivos do atraso seja o Ibama, obviamente que vai discutir com o Ibama. Se é [algo do interesse de] uma hidrelétrica, o ministro vai discutir primeiro com o Ibama. Sempre haverá atrito”, disse. “E vai continuar sendo motivo de atrito”, ponderou.

Lula lembrou que, quando reassumiu a Presidência da República, em 2023, o Ibama tinha 700 funcionários a menos do que tinha ao final de seu segundo mandato no Executivo, em 2010.

A diminuição do número de servidores é, segundo o presidente, um dos fatores que explicam eventuais atrasos.

“Muitas vezes, a morosidade do Ibama não é por má-fé, mas por falta de especialistas ou por exigências de capacitação técnica para fazer as coisas. Se você não tem todas as pessoas [de] que você precisa, você demora mais”, argumentou.

 

 

3 de junho de 2025 0 comentários
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Notícias

Governo estuda abertura de crédito para entregadores de apps

por Agência Brasil 3 de junho de 2025
Escrito por Agência Brasil


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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta terça-feira (3) que o governo estuda uma linha de crédito para que entregadores de aplicativos possam comprar motocicletas. Outra proposta em análise, segundo ele, é a inclusão de áreas de descanso para caminhoneiros em todas as concessões de estradas.

“Estamos trabalhando com muito afinco um programa de crédito para financiar motocicletas para os entregadores de comida deste país. Temos que cuidar não apenas da questão do crédito, pra ele comprar uma moto, mas também de garantir que ele tenha um lugar pra que possa fazer as necessidades básicas dele.”

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“Uma novidade que já estamos fazendo e ninguém sabe – nem o [ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social] Sidônio [Palmeira] sabe – é, em todas as concessões de estradas neste país, haverá um lugar para os caminhoneiros descansarem, dormirem tranquilamente, com segurança.”

Ainda segundo Lula, no âmbito do programa Agora Tem Especialistas, do Ministério da Saúde, está previsto atendimento médico específico para motoristas que utilizarem esses espaços de descanso.

3 de junho de 2025 0 comentários
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Lula: ameaça de sanção dos EUA a Moraes é inadmissível

por Agência Brasil 3 de junho de 2025
Escrito por Agência Brasil


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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou como inadmissíveis as ameaças de sanção, por parte do governo dos Estados Unidos, contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. “É inadmissível que um presidente de qualquer país do mundo dê palpites sobre a decisão da Suprema Corte de um outro país”, disse Lula em coletiva de imprensa, nesta terça-feira (3), no Palácio do Planalto.

O governo norte-americano estuda medidas nesse sentido diante da tese divulgada pelos apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro de que existe uma perseguição judicial no Brasil no contexto do julgamento por tentativa de golpe de Estado que culminou no 8 de janeiro de 2023.

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“Se você concorda ou se você não concorda, silencie. Não é correto você dar palpite. Não é correto você ficar julgando as pessoas. Já tive o meu passaporte suspenso dos Estados Unidos. Acho que os Estados Unidos precisam apenas compreender que respeito à integridade das instituições de outros países é muito importante”, afirmou Lula, ao falar sobre a atuação da Suprema Corte brasileira.

“Achamos que um país não pode ficar se intrometendo na vida do outro, querendo punir o outro país. Isso não tem cabimento”, acrescentou.

“É importante a gente respeitar. Como eu gosto de respeitar, eu gosto de ser respeitado. Por enquanto, o que nós temos são falas de pessoas. Mas pode ficar certo de que o Brasil vai defender não só o seu ministro, mas a Suprema Corte.”

O governo dos Estados Unidos também afirmou quer pretende restringir a entrada no país de autoridades acusadas de promover censura contra empresas e cidadãos norte-americanos. Apesar de não citar pessoas físicas, a medida teria como alvo o ministro Alexandre de Moraes, acusado por apoiadores de Bolsonaro de censurar de parlamentares de direita e plataformas que operam as redes sociais.

Eduardo Bolsonaro

Na coletiva, Lula criticou a atuação do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que está licenciado de seu mandato, nos Estados Unidos, onde passou a denunciar o que chama de perseguição contra seu grupo político.

“O que é lamentável é que um deputado brasileiro, filho do ex-presidente, está lá a convocar os Estados Unidos para se meter na política interna do Brasil. É isso que é grave, é isso que é uma prática terrorista. Uma prática antipatriótica”, afirmou o presidente.

“Um cidadão que é deputado renuncia ao seu mandato, pede licença do seu mandato pra ficar tentando lamber as botas do [presidente dos Estados Unidos Donald] Trump e de assessores dele, pedindo intervenção na política brasileira. Não é possível aceitar isso.”

Lula classificou a atuação de Eduardo Bolsonaro em solo norte-americano como “desrespeito ao Brasil” e “provocação”. “Esse cidadão pensava isso da Suprema Corte quando mentiu a meu respeito? Você conhece alguma fala dele questionando a Suprema Corte? Não. O pai dele, quando nega a Justiça Eleitoral, não nega os votos que seus filhos receberam. Só nega os dele. Não nega os votos de senadores que foram eleitos. Só nega os dele.”

“É preciso que haja um mínimo de bom senso. Se essa gente pensa que vai ganhar consciência da sociedade com mentira, é um ledo engano”, destacou Lula.

Atendendo ao pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), o ministro Alexandre de Moraes abriu inquérito, no dia 26, para investigar a participação de Eduardo Bolsonaro na articulação com autoridades estadunidenses para promover sanções contra o STF.

O filho do ex-presidente Bolsonaro será investigado pelos crimes de coação no curso do processo e obstrução de investigação por supostamente incitar o governo dos EUA contra Moraes.

 


Brasília (DF) 03/06/2025 - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, durante entrevista coletiva no Palácio do Planalto  Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, durante entrevista coletiva no Palácio do Planalto – Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Genocídio em Gaza

Durante a coletiva, o presidente Lula também falou sobre o conflito na Faixa de Gaza e afirmou que não é possível aceitar as ações do Exército israelense “como se fosse uma guerra normal”. Para o presidente, o governo de Israel precisa parar com o “vitimismo”.

“Vocês já viram a carta de mil militares [israelenses] anunciando que não é mais guerra, é genocídio. Você não pode, a pretexto de encontrar alguém, matar mulheres e crianças, deixar crianças com fome. Eu não sei se vocês viram a cena de duas crianças que estavam carregando farinha para comer e que foram mortas. Ou seja, é exatamente por conta do que o povo judeu sofreu na sua história que o governo de Israel deveria ter bom senso e humanismo no trato com o povo palestino”, disse Lula.

“Em vez de dizer que é antissemitismo, precisa parar com esse vitimismo. O que está acontecendo na Faixa de Gaza é um genocídio, é a morte de mulheres e crianças que não estão participando de guerra, é a decisão de um governo que nem o povo judeu quer”, acrescentou.

Para Lula, a paz só será alcançada quando o Estado palestino for reconhecido.

No fim de semana, o governo brasileiro criticou duramente a aprovação, pelo governo de Israel, de mais 22 assentamentos israelenses em território palestino. Trata-se, segundo o Itamaraty, de uma “flagrante ilegalidade perante o direito internacional”. Em nota, nesta segunda-feira (2), a Embaixada de Israel em Brasília rebateu dizendo que autoridades pelo mundo “compram mentiras” do grupo militar palestino Hamas e atacam governo do presidente israelense, Benjamin Netanyahu.

Hoje, Lula afirmou que “um presidente da República não responde a uma embaixada”. “O presidente da República reafirma o que disse: o que está acontecendo em Gaza não é uma guerra, é um exército matando mulheres e crianças”, disse.

Agenda internacional

Na noite desta terça-feira, Lula embarca para Paris, na França. Entre amanhã (4) e segunda-feira (9), de junho, ele fará uma visita de Estado que não é realizada há 13 anos por um chefe de governo brasileiro. Um dos pontos altos da agenda deverá ser o anúncio de uma nova declaração climática conjunta dos dois países, em um dos encontros bilaterais entre Lula e o presidente francês, Emmanuel Macron.

A agenda é extensa e, entre os compromissos, Lula receberá o título de doutor honoris causa na Universidade Paris 8 e será homenageado na Academia Francesa. A academia foi criada em 1635, e, em seus quase 400 anos de história, apenas outros 19 chefes de Estado foram homenageados em sessão oficial. Antes dele, o único brasileiro reconhecido pela honraria havia sido Dom Pedro II, em 1872.

Está prevista também a participação de Lula na sessão do Fórum Econômico Brasil-França. O encontro reunirá autoridades e líderes empresariais de ambos os países.

Lula também participará da terceira Conferência das Nações Unidas sobre os Oceanos, que deve reunir ao menos 60 chefes de Estado, na cidade francesa de Nice, no próximo domingo (8).

3 de junho de 2025 0 comentários
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Notícias

Deputada Carla Zambelli, condenada pelo STF, deixa o Brasil

por Agência Brasil 3 de junho de 2025
Escrito por Agência Brasil


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Duas semanas após ser condenada a 10 anos de prisão, a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) deixou o Brasil para fixar residência na Europa.

Entrevistada pelo canal AuriVerde, no YouTube, na manhã desta terça-feira (3), a parlamentar evitou revelar em que país está, limitando-se a dizer que escolheu a Europa por já ter cidadania italiana e, por isso, não poder ser mandada de volta ao Brasil.

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  • Carla Zambelli recorre para derrubar condenação a 10 anos de prisão.
  • Por unanimidade, STF condena Carla Zambelli a 10 anos de prisão .

“Estou fora do Brasil já faz alguns dias. A princípio, vim em busca de um tratamento médico que eu já fazia aqui”, comentou Zambelli, garantindo que pedirá afastamento sem vencimentos do cargo, que, com sua ausência, será ocupado por seu suplente Coronel Tadeu (PL-SP).

A deputada reconheceu que sua recente condenação pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) pesou em sua decisão.

“Eu poderia ir para a prisão, esperar [passar] um tempo e continuar no meu país. Me entregar para a Justiça. Mas que Justiça é essa que prende a Débora por 14 anos e que quer me prender por 15 anos?”, questionou, referindo-se à cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos, condenada pela Primeira Turma do STF por participar dos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, durante os quais incorreu em cinco crimes – abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, associação criminosa armada, dano qualificado e deterioração do patrimônio tombado.

Carla Zambelli foi condenada, em 14 de maio, por invadir o sistema eletrônico do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com o auxílio do hacker Walter Delgatti, condenado a 8 anos e 3 meses de prisão no mesmo processo, e falsidade ideológica.

Com a decisão unânime da Primeira Turma, Zambelli também foi condenada à perda do mandato parlamentar após esgotados todos os recursos possíveis. Se a sentença for mantida, ela e Delgatti terão que pagar R$ 2 milhões em danos morais coletivos.

A deputada também responde a outro processo criminal no STF, no qual figura como ré por ter sacado uma arma de fogo em plena luz do dia e, junto com seguranças e assessores, ter perseguido o jornalista Luan Araújo. O episódio ocorreu às vésperas do segundo turno das eleições de 2022, e foi citado pela parlamentar durante a live desta manhã.

“Minha vida se transformou em um inferno astral. Depois daquilo, minha vida virou de ponta cabeça”, comentou Zambelli ao avaliar que agiu corretamente na ocasião. 

“Eu não estava errada. Posso ter errado em dar conversa a ele [Araújo] e tentar demonstrar que ele estava sendo machista, misógino. Qualquer mulher, na minha situação, ao ouvir o barulho de um tiro e temendo pela segurança do seu filho, teria feito o mesmo que fiz. Mas, com isso, conseguiram me isolar”, disse a deputada.

Ainda durante a entrevista, Zambelli disse que planeja fazer, na Europa, o mesmo que o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que se afastou do cargo e se mudou para os Estados Unidos com a justificativa de “denunciar a ditadura” que o Brasil, segundo eles, enfrenta. 

No dia 26 de maio, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, abriu um inquérito para investigar Eduardo pelos crimes de coação e obstrução de investigação. 

A investigação foi aberta a pedido do procurador-geral da República, Paulo Gonet, para apurar a suposta atuação do parlamentar para incitar o governo dos Estados Unidos a adotar medidas contra Moraes.

“Gostaria de deixar bem claro que não é um abandono do país. Nem desistir da minha luta. Muito pelo contrário. É resistir. É poder continuar falando o que quero. Voltar a ser a Carla que eu era antes das amarras que esta ditadura nos impôs”, argumentou Zambelli, voltando a se dizer vítima de perseguição judicial.

“Tenho ficado calada, diante de uma pressão judicial que tenho sofrido, mas me cansei de ficar calada”, acrescentou a deputada, revelando, em diferentes momentos, a preocupação com suas redes sociais. 

“Tomei todas as providências. Minhas redes sociais, a partir de agora, quem administra é minha mãe, que vai dar continuidade a este legado já que eu, provavelmente, as perderei. São mais de 10 milhões de pessoas conectadas comigo todos os dias. Peço que continuem seguindo minha mãe, pois vou continuar em contato com vocês, voltando a denunciar todos os desmandos que a gente observa neste país”.

Sem provas, Zambelli voltou a afirmar que as urnas eleitorais eletrônicas e o sistema eleitoral brasileiro não são confiáveis. 

“Não dá para acreditar em pesquisas no nosso país. Elas são manipuladas. E não dá para acreditarmos em urnas eletrônicas, que não são confiáveis. Eu não podia falar esta frase estando no Brasil porque seria caçada e ainda mais perseguida. Aqui fora, eu posso falar que enquanto não houver um voto impresso e contagem pública [de votos], não teremos democracia no país”, afirmou a parlamentar, criticando, nominalmente, a diversos ministros do STF.

3 de junho de 2025 0 comentários
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Lula confirma discussão de alternativas para a alta do IOF

por Agência Brasil 3 de junho de 2025
Escrito por Agência Brasil


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Ao comentar o anúncio de novas tarifas do Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta terça-feira (3) que o governo está discutindo outras possibilidades. Em coletiva de imprensa no Palácio do Planalto, Lula avaliou que, à época do anúncio, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, tentava fazer uma espécie de “reparo”.

“O Haddad, no afã de dar uma resposta logo à sociedade, apresentou uma proposta que ele elaborou na Fazenda. Ora, se houve uma reação de que há outras possibilidades, estamos discutindo essas outras possibilidades”, afirmou.

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“Era uma sexta-feira quando fizeram o anúncio. Eu já não estava mais aqui. Poderia ter feito uma discussão. Não aconteceu porque era uma sexta-feira e eles queriam anunciar rápido isso para dar tranquilidade à sociedade brasileira. Não acho que tenha sido um erro. Acho que foi o momento político. Em nenhum momento, o companheiro Haddad teve qualquer problema em rediscutir o assunto”, acrescentou.

O presidente Lula confirmou o que foi dito mais cedo por Haddad, que uma nova proposta do governo federal com alternativas para o cumprimento das metas fiscais para os próximos anos será apresentada ainda nesta terça-feira, antes de seu embarque para a França.

“Só para vocês saberem, não é segredo para ninguém, às 13h vai ter um almoço na minha casa, com todas as pessoas que estão participando dessa discussão, para a gente saber se o acordo está feito ou não. Para anunciar o que vai fazer a compensação que o Brasil precisa ter para colocar as nossas contas fiscais em ordem”.

Diálogo

O presidente ressaltou que  a proposta está sendo discutida com os presidentes do Senado [Davi Alcolumbre] e da Câmara dos Deputados [Hugo Motta], além de líderes do governo em ambas as Casas.

“A apresentação do IOF foi o que eles tinham pensado naquele instante. Se aparece alguém com uma ideia melhor, e ele topa discutir, vamos discutir. É isso que a gente tem que fazer. Essa discussão que eu acho que a gente tem que fazer com as lideranças é porque nós precisamos dar um voto e um crédito aos nossos líderes”, disse.

“Ninguém pode ser líder do governo e o governo mandar alguma coisa para lá sem conversar com eles. Essa é uma prática política que nós temos que aprender a fazer. Toda vez que a gente toma uma atitude sem conversar com as pessoas que vão ter que nos defender e defender a proposta, a gente pode cometer erros. Muitas vezes, gente nossa tem uma proposta de mudança”.

O presidente lembrou que “o esforço que a Fazenda está fazendo é apenas para dar tranquilidade ao povo brasileiro, que a economia não tem mágica”. 

“A gente não inventa as coisas. E quem pensa que tem mágica quebra a cara”, afirmou.

Entenda

O Congresso Nacional deu um prazo de 10 dias para o governo federal apresentar uma alternativa ao aumento das alíquotas do IOF. E as lideranças parlamentares alertaram sobre a possibilidade de derrubar a medida por meio de projetos de decreto legislativo.

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, cobrou medidas de cortes de gastos consideradas mais estruturantes, e disse que o Parlamento está disposto a aprovar medidas antipáticas de corte de despesas para alcançar a meta de gastos definida pelo arcabouço fiscal. Entre as ações levantadas no Congresso, estão mudanças nos pisos da saúde e educação e desvinculação de benefícios previdenciários do salário mínimo.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, conversou com os presidentes das duas Casas no fim de semana para buscar a uma solução estrutural visando o cumprimento das metas fiscais tanto de 2025 como dos anos seguintes. 

Além de congelar R$ 31,3 bilhões do Orçamento deste ano, a equipe econômica padronizou as alíquotas do IOF e incluiu novos setores no tributo para reforçar o caixa do governo.

Segundo o Ministério da Fazenda, as medidas visam reforçar o caixa em R$ 20,5 bilhões este ano e em R$ 41 bilhões em 2026 com impactos apenas nas empresas e nos contribuintes mais ricos, evitando uma limitação do funcionamento da máquina pública. 

Entidades de bancos e da indústria, entretanto, defenderam que a tributação traria prejuízos para a economia, como a inibição dos investimentos, o desestímulo ao crescimento e a elevação de custos. 

Após as críticas, horas após a publicação do decreto, em 22 de maio, o governo revogou parte dos aumentos.

3 de junho de 2025 0 comentários
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Saiba o que disseram testemunhas em ação penal da trama golpista

por Agência Brasil 3 de junho de 2025
Escrito por Agência Brasil


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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), presidiu nesta segunda-feira (2) a última audiência dedicada a ouvir as testemunhas apresentadas por defesas e acusação na ação penal sobre a trama golpista que teria tentado manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no poder, após a derrota eleitoral em 2022. 

Logo em seguida Moraes, que é o relator do caso, marcou para a próxima segunda-feira (9) o início dos interrogatórios dos oito réus no caso, incluindo o próprio Bolsonaro e sete de seus ex-ministros e auxiliares próximos, entre civis e militares. 

Notícias relacionadas:

  • Moraes ouve testemunhas de Bolsonaro na ação do golpe.
  • Moraes encerra depoimentos de testemunhas na ação do golpe.

Por ordem do ministro, nenhuma das falas das testemunhas foi transmitida ou gravada. Jornalistas puderem acompanhar as oitivas de um telão montado no próprio Supremo.

O interrogatório dos réus, porém, deverá ser transmitido, segundo a assessoria do Supremo. 

Balanço

Ao todo, de 19 de maio a 2 de junho foram ouvidas 52 testemunhas de acusação e defesa, além de mais duas que apresentaram manifestações por escrito. Não sendo obrigadas a falar, outras 28 foram dispensadas pelas defesas. 

A equipe de advogados de Bolsonaro, por exemplo, havia indicado 14 nomes, dos quais oito foram ouvidos, sendo seis dispensadas, incluindo ex-ministros Gilson Machado (Turismo), Eduardo Pazuello (Saúde) e Paulo Guedes (Economia).

A maioria das que foram ouvidas negaram que Bolsonaro tenha conversado com elas a respeito de alguma ruptura da ordem democrática ou reversão do resultado das urnas. 

O governador de São Paulo e ex-ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, por exemplo, afirmou que Bolsonaro “jamais tocou nesse assunto, jamais mencionou ruptura”.

Relato similar foi feito pelo ex-ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, que foi enfático ao dizer que “em hipótese nenhuma” discutiu medidas de exceção com o ex-presidente. 

“Não participei de nenhuma reunião em que tivesse sido abordado esse tipo de assunto”, também disse o senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS), ex-vice-presidente de Bolsonaro. 

Renato de Lima França, ex-subchefe de assuntos jurídicos da Presidência da República, negou qualquer pedido de Bolsonaro para estudar possíveis medidas de intervenção militar no país.

“Não, nada, nem solicitação de estudo. Nada desses temas foi demandado pelo presidente a minha pessoa”, afirmou. 

Em comum, as testemunhas de defesa do ex-presidente – entre elas os ex-ministros Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional) e Wagner Rosário (Controladoria-Geral da União) – disseram que ele ficou deprimido e enfrentou problemas de saúde após a derrota na tentativa de reeleição, em 2022. 

O ex-ministro-chefe da Advocacia-Geral da União (AGU) Bruno Bianco, contudo, confirmou que Bolsonaro o consultou, em novembro de 2022, para saber se haveria algum “caminho jurídico” que pudesse permitir o questionamento do resultado das urnas. 

Acusação

Testemunhas de acusação inquiridas pela PGR também confirmaram que Bolsonaro conversou com elas sobre a possibilidade de uma intervenção militar no país, incluindo o general Marco Antônio Freire Gomes, ex-comandante do Exército, e Carlos de Almeida Baptista Júnior, ex-chefe da Aeronáutica. 

Ambos confirmaram reuniões em que Bolsonaro apresentou a possibilidade de permanecer no poder após o fim do mandato, que segundo os relatos foram realizadas entre o ex-presidente e os comandantes das Forças Armadas. 

Freire Gomes e Baptista Júnior disseram ter barrado qualquer plano de ruptura institucional, expressando não apoiarem nenhum tipo de iniciativa do tipo. Os dois divergiram sobre questões pontuais, como a “ordem de prisão” que teria sido feita pelo ex-chefe do Exército ao ex-presidente. 

Segundo Freire Gomes, a tal “ordem de prisão” não aconteceu, mas Baptista Júnior sustentou em seu depoimento que ouviu o general alertar Bolsonaro sobre a possibilidade de prisão em caso de tentativa de golpe. O ex-comandante chegou a ser alertado por Moraes sobre a contradição com o que havia dito antes à Polícia Federal (PF). 

Próximos passos 

Depois do interrogatório dos réus, na próxima semana, a Procuradoria-Geral da República (PGR) e os advogados poderão pedir novas diligências e depoimentos, à luz do que tenha sido dito pelas testemunhas e réus.

Para isso, em geral, é necessário que tenham surgido novos fatos que justifiquem as medidas adicionais. 

Caso não haja novos fatos a serem apurados, a tendência é de que o relator abra prazo para as alegações finais das partes, em que devem ser apresentadas as últimas versões sobre os fatos tanto de acusação como de defesa. 

Recebidas essas últimas manifestações, Moraes deverá preparar seu voto sobre a condenação ou a absolvição dos réus e, em seguida, liberar a ação penal para julgamento também pelos demais quatro ministros que compõem a Primeira Turma do Supremo: Cármen Lúcia, Cristiano Zanin, Flávio Dino e Luiz Fux. 

Núcleo 1

A ação penal 2668 tem como alvo os oito réus tidos como “núcleo crucial” do golpe, o Núcleo 1, apontados pela PGR como os líderes do complô golpista. São eles:

  • Jair Bolsonaro, ex-presidente da República;
  • Walter Braga Netto, general, ex-ministro e vice de Bolsonaro na chapa das eleições de 2022;
  • Augusto Heleno, general, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional;
  • Alexandre Ramagem, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência – Abin;
  • Anderson Torres, ex-ministro da Justiça e ex-secretário de segurança do Distrito Federal;
  • Almir Garnier, ex-comandante da Marinha;
  • Paulo Sérgio Nogueira, general e ex-ministro da Defesa;
  • Mauro Cid, tenente-coronel, delator e ex-ajudante de ordens de Bolsonaro. 

Matéria alterada às 13h45 para correção no 13° parágrafo. A fala atribuída inicialmente a Valdemar da Costa Neto é, na verdade, de Wagner Rosário (ex-Controladoria-Geral da União).

 

3 de junho de 2025 0 comentários
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Demência em idosos hospitalizados não é percebida em até 50% dos casos

por Agência Brasil 3 de junho de 2025
Escrito por Agência Brasil


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Estudo liderado por pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) alerta que, apesar de cada vez mais frequentes, condições associadas ao envelhecimento, como comprometimento cognitivo e demência, frequentemente passam despercebidas pelas equipes de saúde que atuam nos hospitais.

A demência é um dos principais desafios de saúde pública no mundo, afetando atualmente cerca de 57 milhões de pessoas, incluindo cerca de 2,5 milhões de brasileiros. Estimativas para 2050 indicam que esse número pode quase triplicar, ultrapassando os 150 milhões de casos em todo o mundo.

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Segundo o primeiro autor do estudo e professor colaborador da FMUSP, Márlon Aliberti, a situação ocorre porque a atenção dos profissionais que atuam no ambiente hospitalar se concentra na identificação e no tratamento da condição aguda que levou à internação, como pneumonia, infecção urinária ou descompensação cardíaca

“No entanto, a demência influencia diretamente a resposta a medicamentos, aumenta o risco de delírio, prolonga a internação e dificulta a reabilitação”, explica Aliberti.

O estudo, publicado no Journal of the American Geriatrics Society, revelou que cerca de dois terços dos pacientes hospitalizados com 65 anos ou mais apresentam algum grau de comprometimento cognitivo, como déficits de memória, e um terço deles têm diagnóstico de demência.

“Essas alterações já estavam presentes antes do problema agudo que motivou a internação. No entanto, entre os casos de demência, aproximadamente metade nunca havia sido diagnosticada, permanecendo desconhecida tanto por médicos quanto por familiares até o momento da hospitalização”, esclarece Aliberti.

Novo método

Diante do cenário, os pesquisadores propõem uma solução prática e viável, mesmo em contextos com poucos recursos: realizar, ainda nos primeiros dias de internação, uma entrevista à beira do leito com um familiar ou cuidador próximo para avaliar como estava a memória e outras funções cognitivas do paciente antes do episódio agudo que motivou a hospitalização.

De acordo com a professora associada da faculdade e responsável pela supervisão do estudo, Claudia Suemoto, essa abordagem permite identificar alterações cognitivas pré-existentes, mesmo quando o paciente está desorientado, com dor ou incapaz de participar diretamente da avaliação. Não se trata de um diagnóstico definitivo, mas de uma triagem eficiente que pode identificar uma possível demência e ajudar no melhor planejamento do cuidado hospitalar.

“A identificação precoce do comprometimento cognitivo também permite orientar melhor os cuidados após a alta. Por exemplo, se a pessoa vive sozinha, os familiares podem ser preparados para oferecer mais suporte, o que pode evitar novas internações”, afirma a médica Claudia Suemoto.

O novo método foi testado em cinco hospitais de três capitais brasileiras – São Paulo, Belo Horizonte e Recife – e apresentou eficácia superior a 90%. Com os resultados positivos, a abordagem será expandida para toda a rede de instituições do grupo de estudo Change (sigla em inglês para Creating a Hospital Assessment Network in Geriatrics), da Faculdade de Medicina. Mais de 250 profissionais já foram treinados para aplicar a ferramenta em 43 hospitais públicos e privados de todas as regiões do Brasil e outros quatro países, Angola, Chile, Colômbia e Portugal.

O estudo foi realizado pelo Laboratório de Investigação Médica em Envelhecimento, sob supervisão da professora Claudia Suemoto em colaboração com a professora Monica Yassuda, docente do curso de Gerontologia da Escola de Artes, Ciências e Humanidade da USP, e com a médica Regina Magaldi, da Divisão de Geriatria do Hospital das Clínicas da USP.

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Quem é terrorista da Al-Qaeda é investigado por lavar dinheiro do CV

por Metrópoles 3 de junho de 2025
Escrito por Metrópoles

Mohamed Ahmed Elsayed Ahmed Ibrahim, 48 anos, procurado pelo FBI por suspeita de atuar como operador de valores do grupo terrorista Al-Qaeda, é um dos alvos da operação desta terça-feira (3/6) que apura lavagem de dinheiro da facção Comando Vermelho (CV). Na ação, os agentes também investigam a mulher do MC Poze, a influenciadora Vivi Noronha, e um segurança do chefe do tráfico do Complexo do Alemão, Edgar Alves de Andrade, o “Doca” ou “Urso”.

Segundo dados de cooperação internacional, Mohamed tem histórico relevante no sistema financeiro informal ligado à facção. Cidadão egípicio, ele foi incluído na lista de suspeitos de terrorismo procurados pelos Estados Unidos em 2019.

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Em relatório do FBI, Mohamed é descrito como “armado e perigoso”. “Ele esteve, supostamente, envolvido no planejamento de ataques contra os Estados Unidos e seus interesses, e no fornecimento de apoio material para Al-Qaeda desde, aproximadamente, 2013”, diz o documento.

De acordo com o Ministério de Relações Exteriores, ele ingressou no Brasil em 2018 e obteve autorização de residência, em que mantinha, à época, o status migratório regular. No ano seguinte, o governo brasileiro informou cooperação com as autoridades americanas, mediante solicitação, nos termos da legislação brasileira.

A Al-Qaeda (AQ) foi fundada em 1988 por Osama bin Laden, responsável pelo ataque de 11 de setembro às torres gêmeas, nos Estados Unidos.

3 de junho de 2025 0 comentários
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Servidor público desvia 7,5 toneladas de alimentos doados a hospital

por Metrópoles 3 de junho de 2025
Escrito por Metrópoles

O Ministério Público do Paraná (MPPR), por meio da Promotoria de Justiça de Jaguapitã, no Norte Central do estado, denunciou um servidor público do Município pelo crime de peculato. No caso, o servidor apropriou-se de aproximadamente 7,5 toneladas de alimentos doados para o Hospital Municipal de Jaguapitã pela unidade de Londrina da Central de Abastecimento (Ceasa) do Paraná.

Os desvios ocorreram entre 2 de março de 2018 e 10 de fevereiro de 2023, período em que o servidor denunciado ficou responsável por apanhar as doações na Ceasa e entregá-las no hospital, o que fazia pessoalmente ou com ajuda de colaboradores da prefeitura.

Segundo a denúncia, no trajeto, o servidor desviava parte dos alimentos. O crime foi confirmado em 10 de fevereiro de 2023, quando funcionários da Ceasa compareceram ao local de entrega das doações e constataram que nem todos os alimentos doados tinham sido entregues no hospital.

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Embora os fatos denunciados refiram-se ao período a partir de 2018, o servidor já fazia o trabalho de recolhimento e entrega dos alimentos ao hospital, de forma voluntária e informal, desde 2017. Foi apurado que, já nesse período, ele pegava os alimentos na Ceasa e, antes de levá-los ao hospital, passava em sua casa para “separar e limpar” os alimentos, sob o pretexto de fazer um controle de qualidade.

No entanto, em 2021, foi instituído o programa Banco de Alimentos Comida Boa, que melhorou a estrutura das doações da Ceasa, designando equipes com nutricionistas para pré-selecionar os alimentos antes das doações, o que resultou na melhora significativa da qualidade dos produtos doados.

Mesmo assim, o denunciado manteve o procedimento adotado antes e continuou parando em sua residência sob o pretexto de fazer o suposto controle de qualidade dos alimentos, quando desviava gêneros alimentícios.

Além da condenação pelo crime de peculato, com previsão de pena de reclusão de dois a doze anos e multa, o MPPR requer a fixação de pagamento por dano material a ser revertido em favor do Município de Jaguapitã, em montante a ser apurado ao longo da instrução, sem prejuízo do arbitramento de danos morais coletivos pela prática do ilícito penal, a critério do Juízo.

Materiais desviados
Segundo a denúncia, ao longo de cinco anos, teriam sido desviados pelo servidor público: 625 quilos de abacate, 41 quilos de alho, 730 quilos de batata, 85 quilos de batata binge, 918 quilos de batatinha, 2.074 quilos de cebola, 1.825 quilos de coco verde, 18 quilos de alimentos congelados, 19 quilos de doces, 66 quilos de maracujá, 491 quilos de melancia, 335 quilos de melão amarelo, 46 quilos de melão caipira, 96 quilos de melão “pele de sapo”, 324 quilos de milho, 299 quilos de morango, 7 quilos de moranguinho, 193 quilos de pera, 1 caixa de pimentão, 7 quilos de pitaya e 101 quilos de uva. Todos eram bens de que o servidor tinha a posse em razão de seu cargo, mas que foram desviados em proveito próprio e alheio.

3 de junho de 2025 0 comentários
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À espera de Poze, Oruam sobe em ônibus e tira camisa em Bangu. Vídeo

por Metrópoles 3 de junho de 2025
Escrito por Metrópoles

Após aparecer na garupa de uma moto, gritando e sem capacete, enquanto comemorava a notícia da liberdade de Marlon Brendon Coelho, o MC Poze, Mauro Davi Nepumuceno, conhecido como Oruam, protagonizou mais uma cena curiosa no início da tarde desta terça-feira (3/6).

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o rapper tirando a camiseta enquanto caminha em cima de um ônibus de transporte público. Durante a ação, Oruam é ovacionado por centenas de pessoas que aguardam a soltura de MC Poze do lado de fora do presídio de Bangu 3, no Complexo de Gericinó, na Zona Oeste do Rio.

Viviane Noronha, a mulher do funkeiro, também aguarda a saída do homem em frente ao portão da penitenciária.

Os fãs que fazem festa na rua do presídio enquanto Poze não é solto estão levando cestas básicas de alimentos não perecíveis que, segundo Viviane Noronha, serão doados a pessoas em vulnerabilidade posteriormente.

Veja a ação de Oruam

 

3 de junho de 2025 0 comentários
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Vídeo: homem assalta van e apavora passageiros no Rio de Janeiro

por Metrópoles 3 de junho de 2025
Escrito por Metrópoles

Passageiros de uma van vivenciaram momentos de desespero após um homem tentar assaltar os ocupantes veículo nessa segunda-feira (2/6), em Nova Iguaçu (RJ). O transporte percorria o bairro Cabuçu e, ao fazer uma parada em um dos lugares da região, o suspeito entrou e ameaçou as pessoas com uma arma.

Veja o vídeo:

 

Segundo o que é mostrado nas imagens, o autor do crime agiu durante a madrugada: o relógio marca 3h24.

Uma vítima ainda consegue fugir do veículo, esbarrando com o suspeito. Informações divulgadas nas redes sociais apontam que o criminoso entrou quando a van fez uma parada no Posto Mata Virgem.

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O crime, gerou revolta nas redes e usuários expressaram sua angústia diante a situação. “Só trabalhador dentro da Van mano maior covardia”, comentou um usuário. “Isso é desumano. Tanto motorista quanto os passageiros indo trabalhar e ser assaltado”, outro expressou.

“Roubar trabalhador numa van que faz Cabuçu Central (percurso) é muito esculacho”, se indignou.

No final do vídeo, é possível ver o criminoso saindo pelo menos com os bens de dois passageiross.

A Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ) afirmou que “o caso está sendo apurado pela 56ª DP (Comendador Soares) a fim de identificar as vítimas e esclarecer todos os fatos”.

3 de junho de 2025 0 comentários
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Entidades cobram CPI das habitações sociais após impasse na Câmara

por Metrópoles 3 de junho de 2025
Escrito por Metrópoles

Entidades sociais ligadas ao direito à moradia vão à Câmara Municipal de São Paulo nesta terça-feira (3/6) para exigir a instalação da CPI das Habitações de Interesse Social (HIS). Elas devem entregar uma carta na qual cobram os vereadores de investigar suspeitas de fraudes na venda de apartamentos que deveriam ser destinados à população de baixa renda.

A CPI das HIS foi proposta pelo vereador Alessandro Guedes (PT) e aprovada pela Câmara no dia 2 de abril deste ano. Todavia, a comissão nunca foi instalada porque os parlamentares ligados à base do prefeito Ricardo Nunes (MDB) não indicaram membros. Como o prazo para que isso acontecesse venceu, o caso foi judicializado.

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“É inadmissível que, diante de tamanha gravidade e de um prejuízo tão vultoso, haja resistência à investigação. A postura do governo em relação à CPI das HIS levanta sérias dúvidas sobre a transparência e o compromisso com a justiça social na cidade de São Paulo”,

Na carta, as entidades representadas pelo Fórum da Bancada dos Direitos Humanos, expressam “profunda indignação” pelo impasse na instalação da CPI e contra as “manobras para inviabilizar a instalação desta importante comissão”. Fraudes no processo de destinação das moradias teriam gerado um prejuízo de bilhões de reais em descontos aos cofres municipais.

O texto é assinado por movimentos sociais de luta pela moradia como Despejo Zero, Movimento de Defesa do Favelado, Pastoral da Moradia Arquidiocese de São Paulo, Ouvidor 63, Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas e Grupo de Articulação para a Conquista da Moradia para a Pessoa Idosa da Capital.

Entenda o caso da CPI das HIS

  • Desde o início de abril, foram aprovadas as instalações de quatro CPIs na Câmara Municipal de São Paulo: das Enchentes, apresentada pelo vereador Alessandro Guedes (PT); das HIS, apresentada pelos vereadores João Ananias (PT), Nabil Bonduki (PT) e Rubinho Nunes (União); dos Pancadões, de Rubinho Nunes (União); e da Venda de Íris, de Janaína Paschoal (PP).
  • A CPI das HIS propõe investigar supostas fraudes cometidas pelo mercado imobiliário em Habitações de Interesse Social.
  • Ela deveria ter sido instaladas até o dia 17 de abril.
  • A oposição chegou a conseguir na Justiça a ampliação desse prazo, mas as CPIs caducaram por falta de indicação de membros por partidos da oposição.
  • No início do ano, o Ministério Público de São Paulo (MPSP) entrou com uma ação civil pública para que a prefeitura interrompesse a emissão de Certificados de Conclusão para as Habitações de Interesse Social da cidade até que seja apurada uma suspeita de fraude nos empreendimentos.

Mundanças na legislação

Na semana passada (29/5), a Prefeitura de São Paulo endureceu as regras voltadas à destinação de Habitações de Interesse Social (HIS) e Habitação de Mercado Popular (HMP) no município.

O decreto da Prefeitura publicado no Diário Oficial prevê a criação de uma “plataforma digital de controle, aperfeiçoamento da definição de critérios de renda familiar, definição de tetos de valores de venda para unidades HIS 1, HIS 2 e HMP, reforço na fiscalização e proibição para aluguel de curta duração”, segundo o texto.

 

3 de junho de 2025 0 comentários
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“Sou intocável na Itália”, diz Zambelli após deixar o Brasil

por Metrópoles 3 de junho de 2025
Escrito por Metrópoles

Após anunciar nesta terça-feira (3/6) que deixou o Brasil, a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) afirmou que é “intocável na Itália” por ter cidadania italiana. A parlamentar foi condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 10 anos de prisão e à perda de mandato por envolvimento na invasão do sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

“Como tenho cidadania italiana, eu sou intocável na Itália, não há o que ele [Alexandre de Moraes] possa fazer para me extraditar onde sou cidadã, eu estou muito tranquila em relação a isso”, declarou a deputada.

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    Zambelli disse que se baseará na Europa, mas está nos EUA

Além disso, Zambelli afirmou que viajou ao país norte-americano para realizar um tratamento de saúde, mas negou que seja por depressão. “Tenho psiquiatra e psicólogo no Brasil, inclusive, já me deram relatórios para que eu possa usar nos meus processos judiciais. Minha intenção era ficar no Brasil, mas percebo que nós não temos mais justiça no nosso país”, disse.

A deputada também criticou a decisão do ministro Alexandre de Moraes, que mandou reter seu passaporte diplomático no ano passado. Segundo ela, a medida seria “ilegítima”.

As falas foram dadas em entrevista à CNN.

Mais cedo, a deputada disse ao canal AuriVerde, no YouTube, que “estou fora do Brasil”. “Já faz alguns dias. A princípio, buscando um tratamento médico, é um tratamento que eu já fazia aqui [sem especificar o lugar]. Vou pedir afastamento do cargo”, adiantou a parlamentar.

Ela disse que ficará na Europa por ter cidadania europeia e que vai “denunciar a ditadura”, que, segundo ela, o Brasil vive. Segundo a deputada, ela vai pedir licença não remunerada, assim como fez o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que está nos Estados Unidos.

Zambelli, no entanto, está nos Estados Unidos, como revelou o Metrópoles, na coluna de Igor Gadelha.

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A deputada federal Carla Zambelli foi condenada a 10 anos de prisão pelo STF

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Deputada federal Carla Zambelli

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto3 de 3

Deputada federal Carla Zambelli

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

Passaporte liberado

Embora esteja condenada pelo STF, Zambelli poderia viajar para fora do país. O passaporte dela foi liberado pelo Supremo, e não há restrições a deslocamentos durante a fase recursal.

“Vou me basear na Europa. Eu tenho cidadania europeia, então estou muito tranquila em relação a isso. Gostaria de deixar bem claro que não é um abandono do país. Não é desistir do país. Muito pelo contrário: é resistir. É voltar a ser a Carla que eu era antes das amarras que essa ditadura nos impôs”, declarou a parlamentar.

“Vou levar isso em todos os países da Europa. Vou denunciar em todas as Cortes que a gente tiver na Europa”, completou.

3 de junho de 2025 0 comentários
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Veja quando Moraes diz a general: “Ou mentiu na PF ou no STF”; vídeo

por Metrópoles 3 de junho de 2025
Escrito por Metrópoles

Durante audiência realizada no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Alexandre de Moraes fez um alerta ao general Marco Antônio Freire Gomes, ex-comandante do Exército na gestão de Jair Bolsonaro (PL). Freire prestou depoimento ao STF em 19 de maio como testemunha de acusação em ação penal que trata de uma suposta trama golpista. Os vídeos das oitivas foram liberados para acesso nesta terça-feira (3/6).

Logo após Freire Gomes refugar sobre o posicionamento do ex-comandante da Marinha almirante Almir Garnier Santos em apresentação de minuta golpista pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, Moraes fez uma intervenção no depoimento o general. O ministro disse que o general precisava pensar bem antes de responder às perguntas, no caso em questão, da PGR.

“A testemunha não pode deixar de falar a verdade. Se mentiu na polícia, tem que falar que mentiu na polícia. Não pode agora no STF dizer que não sabia. Ou o senhor falseou a verdade na polícia ou está falseando aqui”, alertou Moraes.

Veja vídeo:

Freire disse à PF que Almir Garnier tinha colocado as tropas à disposição de Jair Bolsonaro para implementação de uma minuta do golpe. Ao STF, não usou a expressão “à disposição”, porque disse não ter interpretado a fala como “conluio”.

Após o alerta de Moraes, Freire Gomes, então, voltou a falar: “Nunca menti. O almirante Garnier tomou a posição de estar com o presidente. Não omiti o dado. Ele disse que estava com o presidente. Agora, a intenção do que ele quis dizer não me cabe”, disse.

Sem voz de prisão

O ex-comandante do Exército general Freire Gomes também afirmou, em audiência no STF, que nunca deu voz de prisão a Bolsonaro. A ameaça foi atribuída a Freire Gomes pelo brigadeiro Carlos de Almeida Baptista Júnior, em depoimento à Polícia Federal, em alusão a um momento no qual Bolsonaro teria sugerido a possibilidade de um golpe de Estado ou de aplicar a Garantia da Lei e Ordem (GLO).

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Na primeira audiência das testemunhas de acusação do chamado “núcleo 1” de trama golpista, no entanto, Freire Gomes negou a afirmação do então chefe da Aeronáutica. “A mídia até reportou aí que eu teria dado voz de prisão ao presidente, não aconteceu isso de forma alguma. Acho que houve aí uma má-interpretação, até quando nós conversamos em paralelo aí os comandantes”, disse.

Freire Gomes afirmou que, em reuniões, Bolsonaro levou a possibilidade de fazer um levantamento sobre uma possível GLO ou intervenção fora das previsões da Constituição. “O que eu alertei ao presidente, sim, foi que, se ele saísse dos aspectos jurídicos, né, além de ele não poder contar com nosso apoio, ele poderia ser enquadrado juridicamente”.

Em depoimento, no entanto, Baptista Júnior reiterou depoimento à Polícia Federal e confirmou que, “educamente”, Freire Gomes disse a Bolsonaro que ele poderia ser preso.

3 de junho de 2025 0 comentários
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Notícias

Moraes manda PF ouvir Mourão sobre ligação de Bolsonaro

por Metrópoles 3 de junho de 2025
Escrito por Metrópoles

O ministro do STF Alexandre de Moraes mandou a Polícia Federal (PF) ouvir Hamilton Mourão (Republicanos-RS) sobre a ligação feita pelo ex-presidente Jair Bolsonaro ao senador antes de um depoimento do general à Corte.

O pedido para ouvir Mourão foi feito a Moraes pelo Procuradoria-Geral da República (PGR) após a coluna revelar que Bolsonaro havia telefonado ao senador para tentar influenciar no depoimento dele no inquérito do golpe.

3 imagensJair Bolsonaro e Hamilton MourãoO então presidente Jair Bolsonaro e seu vice, Hamilton MourãoFechar modal.1 de 3

General Hamilton Mourão, senador e ex-vice-presidente da República

Hugo Barreto/Metrópoles2 de 3

Jair Bolsonaro e Hamilton Mourão

Igo Estrela/Metrópoles3 de 3

O então presidente Jair Bolsonaro e seu vice, Hamilton Mourão

Isac Nóbrega/PR

Em sua decisão, datada da segunda-feira (2/6), Moraes deu 15 dias para a PF ouvir os “esclarecimentos” de Mourão acerca da ligação de Bolsonaro, “sem prejuízo de diligências adicionais”.

“Após a autuação, ENCAMINHEM-SE OS AUTOS à Polícia Federal para que proceda a oitiva do senador general Antônio Hamilton Martins Mourão para prestar esclarecimentos sobre os fatos, sem prejuízo de diligências adicionais, no prazo de 15 (quinze) dias”, diz Moraes em seu despacho.

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A ligação de Bolsonaro a Mourão

Como a coluna revelou, Bolsonaro ligou para Mourão na semana retrasada, antes do depoimento do senador no inquérito do golpe, e fez um pedido a seu ex-vice-presidente da República.

À coluna, Mourão contou que Bolsonaro o procurou para pedir que o senador gaúcho reforçasse, no depoimento, alguns pontos que o ex-presidente considera importantes para sua defesa.

Após a publicação da matéria, Mourão procurou a coluna, na manhã da quarta-feira (28/5), para ressaltar que a conversa entre ele e Bolsonaro durante o telefonema teria sido “genérica”.

A oitiva de Mourão ocorreu na sexta-feira (23/5). Além de Bolsonaro, ele foi indicado como testemunha de defesa pelos generais Augusto Heleno, Paulo Sérgio Nogueira e Braga Netto, todos também réus.

3 de junho de 2025 0 comentários
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Vice da Champions, técnico da Inter de Milão acerta com Al-Hilal

por Metrópoles 3 de junho de 2025
Escrito por Metrópoles

Após o vice na Champions League, Simone Inzaghi disse adeus ao cargo de treinador na Inter de Milão para assumir como novo técnico do Al-Hilal. O italiano já se reuniu com os dirigentes dos Nerazzurri para definir a rescisão de contrato, que firmava vínculo até 2026.

Um dos motivos que pesaram na escolha de Inzaghi foi a derrota por 5 x 0 para o Paris Saint-Germain, na final da Champions League. O técnico italiano de 49 anos chega ao Al-Hilal para substituir  Jorge Jesus.

Confira os gols da decisão entre PSG x Inter de Milão:

 

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A proposta do clube saudita é de 20 milhões de euros (R$ 128,5 milhões) anuais. Gazzetta dello Sport, jornal italiano, informa que Simone viajará para Miami e comandará o clube na Copa do Mundo de Clubes.

O favorito para substituir Inzaghi na Inter seria o espanhol Cesc Fábregas, atualmente no Como. Roberto De Zerbi, do Olympique de Marselha, também é cotado.

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Notícias

Policiais suspeitos de cobrar até R$ 5 mil de motoristas em rodovia

por Metrópoles 3 de junho de 2025
Escrito por Metrópoles

O Ministério Público do Paraná (MPPR), por meio da unidade do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Guarapuava, no Centro-Sul do estado, deflagrou, nesta terça-feira (3/6), a Operação Rota 466, que apura crimes de concussão, organização criminosa e lavagem de ativos por policiais militares rodoviários em trabalhos realizados no Posto da Polícia Rodoviária Estadual de Guarapuava.

Foram cumpridos, 29 mandados de busca e apreensão e um de busca pessoal nas cidades de Guarapuava, São José dos Pinhais, Prudentópolis, Pitanga, Laranjeiras do Sul, Ponta Grossa, Mauá da Serra, Cascavel, Pinhão e Manoel Ribas.

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Durante a execução das medidas, duas pessoas foram presas em flagrante por posse ilegal de armas e munições. Também foram apreendidos equipamentos eletrônicos, principalmente celulares, dois veículos e aproximadamente R$ 37 mil. De acordo com o MP, oito policiais militares foram afastados das ruas, tendo seus armamentos e fardamento recolhidos.

As ações tiveram como alvo 20 pessoas e três empresas. Os mandados foram expedidos pela Vara da Auditoria da Justiça Militar e a operação contou com apoio da Corregedoria da Polícia Militar do Paraná.

Propina e cargas
Segundo as investigações, no trecho entre Guarapuava e Pitanga da Rodovia Estadual PR-466, os policiais investigados abordavam condutores de veículos que tinham cometido infrações de trânsito e exigiam valores de propina para não realizar as autuações devidas.

Os valores exigidos variavam de R$ 150 a R$ 5 mil reais, por condutor abordado. No curso das apurações, foram identificados dezenas de crimes desta espécie e descoberta a forma que os policiais recebiam os valores, geralmente por pix realizado para a conta bancária de um laranja (que também foi alvo de busca). Apurou-se que, num único dia, essa conta bancária chegou a receber até sete transferências decorrentes de pagamento de propinas.

Durante as investigações, o MP descobriu que os mesmos policiais associaram-se a um grupo de saqueadores e receptadores de cargas tombadas na rodovia e que, em determinadas situações, os policiais deixaram esse grupo criminoso saquear a carga tombada, mesmo após já terem chegado ao local do acidente.

3 de junho de 2025 0 comentários
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Destaque 2Polícia

Membro de facção criminosa é executado a tiros dentro de residência na Cidade do Povo, em Rio Branco

por Marina Pinheiro, Agência ContilNet 3 de junho de 2025
Escrito por Marina Pinheiro, Agência ContilNet

O membro da facção Bonde dos 13, Antônio Marcelino da Silva Conceição, de aproximadamente 31 anos, conhecido como “Negão”, foi executado com um tiro na manhã desta terça-feira (3), após ter a casa invadida por criminosos na Rua Pastor José Rodrigues Muniz, no Conjunto Habitacional Cidade do Povo, na região do Segundo Distrito de Rio Branco. A esposa dele, uma adolescente de 14 anos, não ficou ferida.

Membro de facção criminosa é executado na a tiros dentro de residência na Cidade do Povo, em Rio Branco. Foto: ContilNet

Segundo informações da polícia, Antônio estava com amigos e havia saído da casa de um vizinho. Em seguida, foi até a própria residência com a companheira para preparar o café da manhã. Nesse momento, dois criminosos, supostamente integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC), renderam duas mulheres, uma criança e dois homens, que ficaram sob ameaça dentro da residência.

Quando Antônio chegou ao local, foi rendido e alvejado com um disparo de arma de fogo no tórax. Após o crime, os suspeitos fugiram.

Vizinhos que ouviram o tiro acionaram a Polícia Militar, que encontrou Antônio caído e ensanguentado próximo ao portão da casa. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) enviou uma ambulância de suporte avançado, mas os socorristas apenas constataram o óbito no local.

Policiais do 2º Batalhão isolaram a área para o trabalho da perícia técnica. Em seguida, buscas foram realizadas na região, mas os autores do crime não foram localizados.

O corpo foi removido e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para os procedimentos de praxe.

A polícia acredita que a motivação do assassinato esteja ligada à guerra entre facções criminosas — neste caso, entre o Bonde dos 13, ao qual Antônio pertencia, e o PCC.

Homem foi rendido e alvejado com um disparo de arma de fogo no tórax. Foto: ContilNet

A investigação preliminar está a cargo da Equipe de Pronto Emprego (EPE) da Polícia Civil. Posteriormente, o caso será conduzido pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

3 de junho de 2025 0 comentários
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