Rio Branco, Acre,


Caixa vai voltar a liberar novo auxílio emergencial 2021 nesta segunda-feira

Caixa confirmou que vai liberar o saque do benefício

As liberações do auxílio emergencial de R$300 por meio de depósitos já foram encerradas, como já é de conhecimento de grande parte da população brasileira, que lamenta o fato, uma vez que a grande maioria espera pela prorrogação do benefício. Porém, a Caixa segue liberando o benefício por meio de saques em espécie até 27 de janeiro.

Nesta nova semana, o banco vai liberar um novo lote do benefício. O saque do auxílio emergencial poderá ser feito amanhã (segunda-feira, 25 de janeiro). Os nascidos em novembro serão os contemplados.

O calendário vai dar acesso aos brasileiros aprovados que aguardam sacar o dinheiro em espécie dos Ciclos 5 e 6, ou a 8ª e 9ª parcela, respectivamente.

Segundo informações da Caixa Econômica Federal, banco responsável pelos pagamentos, foi criado um calendário específico para os trabalhadores que já receberam o benefício por meio da conta, mas que ainda seguem aguardando receber o seu valor em dinheiro.

Auxílio emergencial em 2021

Após o dia 27 de janeiro, estará encerrado oficialmente o programa auxílio emergencial. Até então, o benefício não foi prorrogado pelo Governo Federal, embora existam inúmeros projetos para prorrogação do benefício até março de 2021. No entanto, até agora o benefício não foi prorrogado pelo Governo Federal.

Os casos do novo coronavírus seguem crescendo em todo o Brasil, bem como o número de óbitos. Todo o cenário, semelhante ao início da pandemia, tem deixado muitos deputados federais e senadores preocupados, que buscam pressionar o governo para que o auxílio emergencial seja prorrogado em 2021.

Na última quarta-feira (20), o ministro da Economia, Paulo Guedes, bem como os seus técnicos da pasta, pararam de descartar a volta do auxílio emergencial. Se antes não trabalhavam com um cenário de volta do programa, agora o benefício já é visto como uma das “últimas alternativas” do que consideram “amplo cardápio de medidas”.

Segundo membros da Economia, criar novamente o auxílio emergencial não seria coerente. O programa custou R$ 294 bilhões aos cofres públicos e o governo avalia que pode ser incoerente retomar o auxílio porque as cidades agora estão funcionando “normalmente”, o que não acontecia quando ele foi inaugurado, com a paralisação de atividades e fechamento do comércio.

Segundo um técnico da pasta de Guedes, o auxílio emergencial foi criado para que trabalhadores informais não morressem de fome enquanto estivessem em casa na pandemia. Agora, ele afirmou que “os taxistas estão nas ruas, as cidades estão movimentadas”. Porém, o auxiliar de Guedes afirmou que o governo não quer dar dinheiro para baile funk. “Tem até baile funk acontecendo. Não vamos dar dinheiro para as pessoas irem para o baile funk”, disse.

Os membros da Economia revelam que seja necessário verificar se o aumento de casos de covid-19 no Brasil aconteceu por causa das aglomerações nas festas de fim de ano ou se realmente se trata de uma “segunda onda”. Guedes teria afirmado para auxiliares que, se o Brasil voltar a registrar 1.000 mortes por dia por um longo período e novas medidas de restrição forem retomadas, ficará difícil não voltar com o auxílio emergencial.

No momento, a primeira ordem é buscar alternativas que não causem impacto fiscal para 2021. Estão sendo pensadas as opções de antecipação do pagamento do 13º salário para aposentados e novos saques do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

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