A contagem regressiva para a Copa do Mundo 2026 ganhou um toque de alta costura. O designer Ricardo Almeida revelou nesta quarta-feira (25/2) os primeiros croquis dos trajes que a Seleção Brasileira usará durante o torneio na América do Norte. Em sua terceira parceria com a CBF, a etiqueta brasileira aposta em uma estética que equilibra o rigor técnico da alfaiataria com a versatilidade exigida pelos atletas modernos.
O grande diferencial desta edição está na distinção visual entre os jogadores e a comissão técnica. Enquanto os dirigentes seguem o padrão clássico, os craques da Seleção Brasileira vestirão peças da linha RA2, que traz uma modelagem contemporânea e despojada, ideal para o clima dos países-sede (EUA, México e Canadá).
Detalhes Técnicos e Estética “Petróleo”
Abandonando o azul tradicional de edições anteriores, a aposta para 2026 é a cor petróleo suave, uma mistura sofisticada de azul e verde. O tecido escolhido é a lã fria italiana, conhecida por sua leveza e capacidade térmica.
-
O Modelo Caban: Substituindo o paletó estruturado, o caban não possui ombreiras, oferecendo maior liberdade de movimento e um ar descontraído.
-
Conforto Premium: Por baixo da peça principal, os jogadores usarão camisetas de algodão fio pima, considerado um dos mais nobres do mundo.
-
Calçados: Nos pés, a escolha foi pelo mocassim, reforçando o alinhamento entre o clássico e o moderno.
Tradição no Forro e Sob Medida
Um dos segredos das criações de Ricardo Almeida para a Seleção Brasileira costuma estar escondido: o forro. Em 2018 e 2022, o interior dos paletós trazia ilustrações das taças da Copa do Mundo em dourado e prateado. Para 2026, a expectativa é que detalhes inovadores continuem enriquecendo as peças, todas confeccionadas sob medida após o escaneamento corporal de cada atleta.
A Copa do Mundo 2026, que ocorre entre 11 de junho e 19 de julho, promete ser um palco não apenas de gols, mas de momentos fashion inesquecíveis. Para Ricardo Almeida, o resultado desta coleção é o “alinhamento entre legado, atemporalidade e inovação”.
Fonte: Metrópoles
Redigido por: ContilNet
