A britânica Sacha Parsons viveu momentos de tristeza e desespero ao segurar o corpo de sua filha, Anais, que nasceu morta porque as parteiras não conseguiram detectar o estado grave em que o bebê estava. A equipe médica em Paulton Memorial Hospital, em Somerset, na Inglaterra, assegurou a Sacha que não havia “nada para se preocupar”. No entanto, a criança estava tão fraca que morreu no útero da mãe dois dias antes da data marcada para o parto. Sacha, de 39 anos, foi forçada a passar pelo trauma de dar à luz a seu bebê que já estava morto.
Depois do parto, os médicos deram algumas horas para que Sacha ficasse junto com o corpo da filha antes de levarem o bebê para o necrotério. A britânica soluçava enquanto embalava o bebê tão esperado. A cena angustiante foi registrada pelo seu marido, Andy Cassidy, de 40 anos.
Como Anais não vinha crescendo adequadamente, as parteiras monitoravam seu desenvolvimento. Sacha deveria ter passado por uma cesariana e recebido assistência especializada para ter salvado a vida do bebê. Os chefes do hospital já admitiram a responsabilidade pela morte da criança e informaram a implementação de mudanças no procedimento. Eles também concordaram em pagar uma indenização ao casal. No entanto, Sacha afirma que nunca vai perdoar as parteiras que “brincaram de Deus com a vida de sua filha”. “Eu as desprezo. A falta de cuidado levou nosso bebê maravilhoso para longe de nós para sempre”, afirmou ao jornal “Mail Online”.
