Enquanto estados como SĂŁo Paulo chegam este mĂȘs ao milĂ©simo julgamento de crime de feminicĂdio na Justiça brasileira, desde a edição da Lei nÂș 13.104/15, que introduziu o feminicĂdio, a justiça acreana luta para que isso nĂŁo aconteça com as mulheres indĂgenas.
De acordo com informaçÔes da IstoĂ, Rio Branco vai receber em novembro deste ano o Workshop dos Direitos da Mulher IndĂgena, para prevenir e enfrentar a violĂȘncia domĂ©stica e familiar contra a mulher indĂgena no estado.

Foto: Yaco VIP
âA inciativa do Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC) e da Organização de Mulheres IndĂgenas do Acre Sul, do Amazonas e Noroeste de RondĂŽnia (Sitoakore), apresentarĂĄ a Lei Maria da Penha Ă s participantesâ, publicou o veĂculo. Para Eva Evangelista, juĂza do TJ-AC, o JudiciĂĄrio tem o dever de contribuir para evitar a violĂȘncia contra a mulher.,
Em todo o paĂs, iniciativas do JudiciĂĄrio terĂŁo como objetivo combater e reparar violĂȘncia contra a mulher.

