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20 junho, 2021 5:57 pm

Internado com coronavírus, Moisés Diniz faz reflexão sobre a vida: “A dor é lição”

POR EVERTON DAMASCENO, DO CONTILNET

Internado desde terça-feira (10) por conta das complicações do coronavírus, o articulador político do governador Gladson Cameli, Moisés Diniz, fez uma breve reflexão sobre a “fragilidade da vida” nesta quarta-feira (11).

“A vida é o pedaço mais frágil da eternidade, é como se fosse um pingo de chuva e a eternidade um trovão. Vivemos consumidos pelo medo escondido em cápsulas de remédio e esperanças luminosas nos bancos das igrejas, não olhamos pra dentro da gente, enquanto a fragilidade humana não aquieta nossa arrogância e nossa superioridade animal”, escreveu.

O ex-deputado recebeu a confirmação de que que estava com a doença na última semana, no entanto, teve pioras e precisou ser internado nesta terça.

Ao postar uma foto com o aparelho de respiração, Moises destaca que não imaginava que no planeta do oxigênio, iria precisar de máquinas pra respirar.

“Somos pedaços de carne com feição de Deus e o que nos diferencia não é o cargo ou a conta bancária, mas, o jeito como tratamos os irmãos de caminhada nesse planeta, independente de quem eles sejam ou como pensem, todos estão lutando pra sobreviver. Quem diria que no planeta do oxigênio, iríamos precisar de máquinas pra respirar. Por isso, nunca subestime nada. Ande sempre com cautela e respeito ao próximo”, destacou.

“Nunca avance pisando no pescoço de ninguém, olhe sempre para quem está ao seu lado ou até mais abaixo, porque um dia podemos voltar pela mesma escada”, continuou.

Ao final, Moisés disse que a dor é uma lição.

“Seja bom o tempo todo. A vida é curta demais pra incluir enzimas que matam, seja leve, seja aço, mas, seja água, não permita que se escondam com vergonha as rosas que Deus plantou em você. A dor é lição!”, concluiu.

CONFIRA O TEXTO NA ÍNTEGRA.

A DOR É LIÇÃO
A vida é o pedaço mais frágil da eternidade, é como se fosse um pingo de chuva e a eternidade um trovão.
Vivemos consumidos pelo medo escondido em cápsulas de remédio e esperanças luminosas nos bancos das igrejas, não olhamos pra dentro da gente, enquanto a fragilidade humana não aquieta nossa arrogância e nossa superioridade animal.
Estamos sempre vendo a parte de fora das pessoas, até que vem algo silencioso e faz um barulho ensurdecedor no nosso coração.
O medo faz o homem melhor, a coragem o torna superior e a doença o deixa mais livre de valores que nem custam o cocô de uma barata.
Aprendemos com a dor, como se fosse uma aula sem professores, aprendizes de um mundo que te ensina gratidão, como se fosse um pai que alimenta até os filhos que o maltratam.
Somos pedaços de carne com feição de Deus e o que nos diferencia não é o cargo ou a conta bancária, mas, o jeito como tratamos os irmãos de caminhada nesse planeta, independente de quem eles sejam ou como pensem, todos estão lutando pra sobreviver.
Quem diria que no planeta do oxigênio, iríamos precisar de máquinas pra respirar. Por isso, nunca subestime nada. Ande sempre com cautela e respeito ao próximo.
Quem já caminhou mais, precisa ter paciência e ensinar, quem tem coisas boas, doe coisas boas ao próximo. Quem não tem, ore, reze, peça a Deus. Lute pra ser melhor.
Nunca avance pisando no pescoço de ninguém, olhe sempre para quem está ao seu lado ou até mais abaixo, porque um dia podemos voltar pela mesma escada.
Seja bom o tempo todo. A vida é curta demais pra incluir enzimas que matam, seja leve, seja aço, mas, seja água, não permita que se escondam com vergonha as rosas que Deus plantou em você.
A dor é lição!
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