21 de fevereiro de 2024

Acre é 2º estado com maior número de desempregados buscando oportunidades há mais de dois anos

Quem lidera o ranking é o Rio de Janeiro, com 37,7% dos desempregados buscando oportunidades há mais de 2 anos

O Acre está entre as sete unidades da federação em que mais de 30% de seus desempregados estão em busca de emprego há mais de dois anos. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) Trimestral do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Quem lidera o ranking é o Rio de Janeiro (com 37,7%). O Acre vem logo atrás, com 35%. Em seguida, aprecem Pernambuco (34,7%), Paraíba (32,8%), Sergipe (30,9%), Amazonas (30,6%) e Bahia (30,6%). A menor taxa está no Pará, com 4,9%.

“O grupo pode ser incluído no conceito de desemprego de longo prazo. Quanto mais longa é a busca por trabalho, mais difícil é a reinserção dessas pessoas no mercado de trabalho”, diz uma reportagem do Valor Econômico sobre o assunto.

A pesquisa sobre a taxa de desemprego é do IBGE/Foto: Reprodução

Acre é estado que mais reduziu taxa de desemprego no último trimestre

A taxa de desemprego caiu em três dos 27 estados brasileiros no terceiro trimestre de 2023. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), divulgada nesta quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O Acre é uma das únicas unidades federativas nas quais o número teve redução, a taxa de desocupação foi de 9,3% para 6,2%. O estado teve a maior queda, comparada com os demais estados, com uma baixa de 3,1%.

Em seguida está Maranhão, onde a taxa de desemprego foi de 8,8% para 6,7%, uma redução de 2,1%. São Paulo foi o terceiro estado que registrou queda, saindo de 7,8% para 7,1%.

Roraima foi o único estado que registrou alta no número de desocupações, indo de 5,1% para 7,6%, um aumento de 2,5%.

Com relação ao cenário nacional, o Brasil registrou o patamar mais baixo registrado desde 2015, com taxa de desemprego em 7,7% neste terceiro trimestre de 2023.

No comparativo entre as unidades da federação, Bahia, com 13,3%, Pernambuco, com 13,2% e Amapá, 12,6% tiveram a maior taxa de desocupação do trimestre, ficando acima da média nacional.

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