18 de abril de 2024

Enchentes: Marina Silva sempre teve razão sobre mudanças climáticas e precisa ser ouvida

Quando esteve no Acre em 2023, a ministra já havia alertado para a necessidade de um plano de prevenção e enfrentamento às mudanças climáticas

Mais um ano o Acre enfrenta uma cheia dos rios na capital e no interior do estado, que mal se recuperou da última enchente do ano passado. Cada vez mais intensas, as enchentes são reflexos das mudanças climáticas. Há muito tempo a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, vem alertando sobre esses impactos. Taxada de lunática e outros adjetivos, a ministra é uma das figuras mais respeitada do mundo sobre o assunto e precisa ser ouvida pelas autoridades do Acre.

Quando esteve no Acre em 2023, a ministra já havia alertado para a necessidade de um plano de prevenção e enfrentamento às mudanças climáticas.

“Existem casos extremos que vai ter que pensar em remoção de população, não tem outra alternativa. Essas chuvas, elas estão acontecendo aqui no Brasil, elas estão sendo agravadas nos Estados Unidos, em todos os lugares do mundo em função da mudança do clima. E agora nós temos seca do Rio Grande do Sul, veja que alguns lugares o evento é chuva demais, em outros lugares é ausência da chuva”, disse a ministra em visita ao estado.

Ministra esteve no Acre no ano passado durante visita às áreas afetadas pela cheio dos rios/Foto: Diego Gurgel

Plano de prevenção

A Prefeitura de Rio Branco tem um Plano Municipal de Mitigação e Adaptação às Mudanças do Clima de Rio Branco, criado em 2021, ainda na gestão da ex-prefeita Socorro Neri. Agora, a atual equipe municipal precisa colocar o plano em ação.

Mérito dela

Inclusive, é necessário dar o mérito a Socorro Neri. Foi uma das primeiras capitais do país a formular um plano como esse. A medida é baseada no Acordo de Paris, neutralizando as emissões de gases de efeito estufa (GEE).

Joabe nas cabeças

Nessa enchente a Prefeitura de Rio Branco mostrou que o secretário de Cuidados com a Cidade, Joabe Lira, é uma das âncoras da gestão Bocalom. Foi a pasta dele a responsável pela construção dos abrigos para as vítimas atingidas.

Outro nome

Além disso, o tenente-coronel Cláudio Falcão também é um dos maiores nomes da gestão Bocalom. O trabalho ágil e eficiente dele na seca extrema e agora na enchente, mostra que Falcão é um pilar de sustentação do Executivo Municipal. Ponto para Bocalom que o manteve no cargo.

Fecha o trio

A secretária Suellen Araújo, da Assistência Social e Direitos Humanos é outro nome que fecha o trio de destaque das enchentes. É mérito dela o trabalho bem feito de acolhimento e amparo das vítimas, desde a retirada dos móveis aos abrigos montados.

É o cara!

Já no Estado, o destaque é para o secretário de Governo, Alysson Bestene, que ficou responsável por mobilizar a força-tarefa de socorro às vítimas da enchente em todos os municípios. O secretário colocou o pé na água e foi ajudar a retirar os móveis das famílias atingidas.

Articulador

Além disso, Alysson teve a responsabilidade de coordenar as ações de todas as secretarias de Estado, que fizeram um trabalho centralizado. Ponto para ele!

100% gestor

Pedro Pascoal também liderou a força-tarefa promovida pelo governo. Ele viajou até Jordão para socorrer às vítimas que tiveram o único Hospital do município, que é isolado, totalmente inundado.

O ministro do Acre

O ministro do presidente Lula, Waldez Goes, do Desenvolvimento Regional, já pode ser considerado o ministro que mais tem os olhos voltados para o Acre. Ele já começa a fazer um plano de socorro ao estado, mais uma vez, por conta das enchentes. Após o decreto assinado pelo Gladson, os 17 municípios em situação de emergência devem receber dinheiro do governo federal.

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