23 de abril de 2024

“Se tiver que comprar, eu vou comprar”, diz Gladson sobre novas doses de vacina contra a dengue

O filho dele, Guilherme, e uma criança do bairro Wilson Ribeiro, ambos de 10 anos, foram os primeiros vacinados

O governador Gladson Cameli abriu oficialmente a campanha de vacinação da dengue nesta quarta-feira (14), em uma cerimônia no Into, em Rio Branco, com a aplicação das duas primeiras doses. O filho dele, Guilherme, e uma criança do bairro Wilson Ribeiro, ambos de 10 anos, foram os primeiros vacinados.

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Com uma das maiores incidências de dengue do país, o governo do Acre já havia pedido prioridade no repasse das doses. A resposta do Ministério da Saúde foi rápida e o estado foi o primeiro da Região Norte a iniciar a campanha.

Gladson comemorou a chegada da vacina ao Acre/Foto: Juan Diaz/ContilNet

As doses chegaram no Acre na terça-feira (13), Ao todo, o estado recebeu 17.810 e já deve começar a vacinar crianças de 10 e 11 anos na próxima sexta-feira (16).

As doses devem ser aplicadas em 11 municípios do estado, todos na região do Baixo Acre. Por conta do pouco número de doses, a Secretaria de Estado de Saúde informou que deverá iniciar a campanha vacinando crianças entre 10 e 11 anos.

“Nós não paramos um minuto. A questão da dengue é uma prioridade. Nós temos que ficar atentos ao mosquito”, disse.

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O Acre já tem uma data para receber novas doses da vacina contra a dengue. Segundo o secretário de Saúde, Pedro Pascoal, o prazo previsto é até o final de março, quando o estado deverá somar mais de 44 mil doses recebidas do Ministério da Saúde.

Porém, caso essas novas doses demorem a chegar, o governador Gladson Cameli já declarou que o estado irá aplicar recursos na compra, se for necessário. “Nossa prioridade é a vida. É saúde. Qualquer situação que venha precisar de maiores investimentos, elimina-se aquilo que não pode, mas vamos cuidar da vida das pessoas. Essa é a determinação que eu dei”, disse.

“Não tem vacina para todo mundo. Mas a gente vai correr para fazer o que tiver que fazer. E aquilo que depender, inclusive se o Estado tiver que comprar, nós vamos comprar”, finalizou.

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