11 de junho de 2024

Longo propõe audiência pública para discutir medidas que minimizem efeitos climáticos no Acre

O deputado pretende reunir diversos órgãos na audiência, como o Ministério Público Federal, o Ministério Público Estadual, os órgãos ambientais federais e estaduais, e a Agência Nacional de Águas

Durante sessão solene desta terça-feira (28), o deputado Pedro Longo propôs uma audiência pública para debater a gestão de águas e a resposta a eventos climáticos cada vez mais intensos no Estado.

Longo citou, durante o discurso, como parte das medidas a serem adotas, a construção de barreiras e eclusas para haver uma gestão das águas/Foto: Ascom

“Nós estamos vivendo esses eventos cada vez mais intensos. Não é segredo para ninguém o que está acontecendo no Rio Grande do Sul e o que tem acontecido no Acre também nos últimos anos. Este ano mesmo, 80% dos nossos municípios foram atingidos por eventos alusivos à alagação. E nós nos aproximamos agora de problemas como a seca. Com isso, devemos nos mobilizar para encontrar saídas e discutir medidas”, destacou.

A audiência será uma realização conjunta das Comissões de Serviço Público, Trabalho e Municipalismo, de Obras Públicas, Transporte e Comunicação e de Legislação Agrária, Fomento, Agropecuária, Indústria e Comércio, Ciência e Tecnologia e Meio Ambiente, a ser realizada no próximo dia 21 de junho.

“Nós estamos propondo que não fiquemos a cada ano fazendo vaquinha para coletar mantimentos, para ajudar a retirar alguém de um local alagado, sem que as providências efetivas sejam tomadas. Há soluções fáceis? Nós sabemos que não. As soluções são complexas. Não há soluções fáceis para problemas complexos, mas elas têm que ser iniciadas para que a gente saia desse ciclo”, continuou.

Longo citou, durante o discurso, como parte das medidas a serem adotas, a construção de barreiras e eclusas para haver uma gestão das águas.

“É possível, por exemplo, com a construção de barragens e eclusas, haver uma gestão das águas do Rio Acre, para que se evitem ou pelo menos se minorem os efeitos da alagação,” afirmou. “E que também possa haver uma gestão das águas no período da seca, para permitir o abastecimento de Rio Branco e outras cidades que são atingidas”, concluiu.

O deputado pretende reunir diversos órgãos na audiência, como o Ministério Público Federal, o Ministério Público Estadual, os órgãos ambientais federais e estaduais, e a Agência Nacional de Águas.

“Vamos começar a oferecer à população medidas impactantes, medidas de longo prazo, para que possamos dizer que daqui a 10 anos, esta Casa deu pontapé inicial em medidas que vão efetivamente trazer proteção, trazer mais conforto à nossa população”, concluiu.

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