O ano de 2025 foi marcado por despedidas que comoveram o Acre e deixaram marcas profundas na memória coletiva da população. Entre histórias de luta, violência, doença e trajetórias interrompidas de forma precoce, o estado se despediu de pessoas que, cada uma à sua maneira, impactaram famílias, comunidades e a sociedade acreana.
A partir de sua cobertura jornalística ao longo do ano, o ContilNet elencou as mortes que mais repercutiram e causaram comoção em 2025, organizadas a seguir em ordem cronológica, conforme a data dos falecimentos.
Douglas Richer
Douglas Richer morreu no dia 2 de fevereiro de 2025, aos 37 anos, após lutar contra uma fibrose pulmonar idiopática. Profissional de destaque da comunicação acreana e referência na cobertura de eventos do ContilNet, ele estava internado desde 6 de janeiro no Hospital de Base de Ribeirão Preto (SP), aguardando um transplante pulmonar, já que seus pulmões funcionavam com menos de 20% da capacidade. Natural de Sena Madureira, construiu uma trajetória de mais de uma década no jornalismo acreano, deixando colegas, amigos e leitores profundamente consternados.
Antônio Aquino Lopes
Antônio Aquino Lopes morreu no dia 16 de abril de 2025, aos 76 anos, no Hospital Silvestre Santé, em Rio Branco. Com mais de 40 anos dedicados ao esporte, foi uma das maiores referências do futebol acreano, tendo presidido a Federação de Futebol do Acre (FFAC) por décadas. Sua atuação foi marcada pela defesa do esporte local e pela formação de gerações de atletas e dirigentes, deixando um legado histórico para o futebol do estado.
Morre Antônio Aquino Lopes, ícone do esporte brasileiro/Foto: Reprodução
Carlos Augusto da Costa Ferreira
O cardiologista Carlos Augusto da Costa Ferreira morreu no dia 14 de abril de 2025, no Hospital do Rim, em Rio Branco, onde estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Com pelo menos 50 anos de atuação na medicina, era sócio-proprietário da Cardioclínica e considerado um dos principais especialistas em cardiologia do Acre. Sua morte teve grande repercussão entre profissionais da saúde e pacientes que acompanharam sua trajetória marcada por competência e dedicação.
O cardiologista estava internado na UTI, em Rio Branco/ Foto: Reprodução
Jairo Carioca
O jornalista Jairo Carioca, de 52 anos, foi encontrado morto no dia 18 de maio de 2025 em um hotel no centro do Rio de Janeiro. Ele estava na capital fluminense para participar de um evento da Secretaria de Indústria, Ciência e Tecnologia (Seict). Profissional conhecido no meio da comunicação acreana, sua morte causou surpresa e comoção entre colegas e amigos.
Brenda Kinpara
Brenda Kinpara morreu no dia 26 de maio de 2025, em São Paulo, onde residia. Filha do coronel da reserva da Polícia Militar do Acre, Marcos Martins Kinpara, era acadêmica de Direito e teve sua morte amplamente repercutida no estado, gerando manifestações de pesar e solidariedade à família.
Brenda Kinpara/Foto: Reprodução
Devair Sanches Silva
O empresário e pecuarista Devair Sanches Silva, de 48 anos, foi encontrado morto na noite do dia 27 de maio de 2025, dentro da própria loja, localizada na AC-040, em Rio Branco. O caso chocou a população pela violência e levantou debates sobre segurança pública, tendo grande repercussão na imprensa acreana.
Empresário foi encontrado morto na própria empresa/Foto: Reprodução
Juliana Chaar Marçal
A advogada Juliana Chaar Marçal, de 36 anos, morreu no dia 26 de junho de 2025, horas depois de ser atropelada durante uma confusão em frente a uma casa noturna, em Rio Branco. Ela chegou a ser levada ao pronto-socorro da capital, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no centro cirúrgico. Recém-aprovada no Exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), sua morte gerou indignação e pedidos por justiça.
Juliana Chaar Marçal, de 36 anos/Foto: Reprodução
Leila Jalul Bretz
A poeta, cronista e procuradora aposentada da Universidade Federal do Acre (Ufac), Leila Jalul Bretz, faleceu na manhã do dia 18 de setembro de 2025, em Brasília, aos 77 anos, após enfrentar um câncer por cerca de dois anos e meio. Autora dos livros Suindara e Absinto Maior, deixou um legado marcante na literatura acreana e era reconhecida por sua sensibilidade artística e contribuição cultural.
Poeta, cronista e procuradora aposentada da Universidade Federal do Acre/Foto: Reprodução
Ruan Rhiler Rodrigues Santos
Ruan Rhiler Rodrigues Santos, de 23 anos, morreu em um grave acidente de trânsito na manhã do dia 8 de novembro de 2025, na Estrada de Porto Acre, em Rio Branco. Estudante de Direito, árbitro da Confederação Brasileira de Futebol no Acre (CBF/AC) e pai de uma criança pequena, sua morte precoce causou grande comoção.
Vítima apitou partidas de futebol no Acre/Foto: Reprodução
Gilberto Ferreira
O médico cardiologista Gilberto Ferreira morreu na tarde do dia 7 de novembro de 2025, em São Paulo. Com mais de quatro décadas dedicadas à medicina, era referência na cardiologia e admirado pela excelência técnica, ética profissional e sensibilidade humana. Seu legado permanece vivo entre colegas e pacientes.
Médico cardiologista atuou por mais de quatro décadas com compromisso exemplar/Foto: Reprodução
Nathy Housthon
A cultura junina do Acre perdeu uma de suas maiores referências com a morte de Nathy Housthon, no dia 1º de dezembro de 2025, em Rio Branco. Marcadora da quadrilha Junina Pega-Pega, ela foi vítima de dengue hemorrágica e deixou uma trajetória marcada por talento, liderança e paixão pelo São João.
Nathy Housthon, marcadora da Junina Pega-Pega/Foto: Reprodução
Missólogo Celso
O missólogo Celso morreu no dia 6 de dezembro de 2025, em Rio Branco. Considerado um dos principais nomes do universo dos concursos de beleza no Acre, teve papel fundamental na formação e projeção de misses e modelos. Sua morte foi lamentada por profissionais da área e admiradores de seu trabalho.
A notícia da morte repercutiu rapidamente nas redes sociais | Foto: Reprodução
Paulo de Assunção Serra
Paulo de Assunção Serra morreu na tarde do dia 8 de dezembro de 2025, aos 85 anos. Filho do Mestre Raimundo Irineu Serra, fundador da doutrina do Santo Daime, era uma figura respeitada pela comunidade daimista. Seu falecimento ocorreu em uma data simbólica para os seguidores da doutrina, o dia de Nossa Senhora da Conceição.
Paulo deixa um legado marcado pelo amor, pela generosidade e pela presença acolhedora que sempre ofereceu aos que conviviam com ele/Foto: Reprodução
Nilson Areal
O ex-prefeito de Sena Madureira, Nilson Areal, morreu no final da tarde do dia 14 de dezembro de 2025, aos 63 anos, após sofrer uma parada cardíaca. Ele fazia tratamento contra câncer de pulmão e estava internado no Hospital João Câncio Fernandes, onde o óbito foi confirmado por equipes do Samu.
Nilson Areal/Foto: Reprodução
Moisés Alencastro
O advogado e colunista social do ContilNet, Moisés Alencastro, foi encontrado morto na noite do dia 22 de dezembro de 2025, em sua residência, no bairro Morada do Sol, em Rio Branco. Figura conhecida no meio social e jurídico, sua morte causou forte comoção entre leitores, colegas e amigos.
Betão
Betão morreu no dia 28 de dezembro de 2025, encerrando o ano com uma das últimas grandes perdas registradas no Acre. Figura popular e bastante conhecida, sua morte gerou homenagens nas redes sociais e simbolizou o fim de um ano marcado por despedidas dolorosas no estado.
Edilberto Afonso de Moraes, o “Betão”/Foto: Reprodução

