Lexa diz que precisou de tratamento após usar caneta emagrecedora

Cantora revelou queda de cabelo mesmo após aplicar a menor dosagem do medicamento; "Nunca mais tomei", afirmou a artista

Reprodução/Instagram@lexa

A cantora Lexa utilizou suas redes sociais para fazer um alerta sobre o uso de medicamentos voltados ao emagrecimento. Em um relato sincero feito nos comentários de uma publicação no Instagram, a artista revelou que teve uma experiência negativa ao utilizar o Mounjaro, uma das “canetas” mais comentadas do momento para a perda de peso.

Segundo Lexa, bastou uma única aplicação na menor dosagem disponível para que ela notasse uma reação inesperada e agressiva em seu organismo. “Tomei uma única vez, minha frente do cabelo caiu”, escreveu a cantora, surpreendendo os seguidores que acompanhavam o debate sobre os efeitos do fármaco.

Tratamento e recuperação dos fios

Após o episódio, a artista precisou buscar ajuda profissional para reverter o dano estético e capilar. O susto foi suficiente para que ela decidisse interromper qualquer plano de continuidade com o remédio.

  • Reação Imediata: A queda de cabelo ocorreu logo após a primeira dose, mesmo sendo a dosagem mínima.

  • Recuperação: Lexa afirmou que precisou fazer um tratamento específico para que os fios voltassem a crescer na região frontal da cabeça.

  • Veredito: Apesar de reconhecer a eficácia do medicamento para muitos, ela enfatizou que cada corpo reage de uma forma: “Mounjaro é mara, mas não é para todo mundo”.

Alerta sobre automedicação

O relato de Lexa surge em um momento de intensa investigação por órgãos de saúde, como a Anvisa, sobre os efeitos colaterais de canetas emagrecedoras quando usadas sem o devido rigor médico. A cantora reforçou que, após o tratamento para recuperar “os priminhos da frente” (como chamou carinhosamente seus fios novos), ela não voltou a utilizar o produto.

A experiência da artista serve como um lembrete importante para seus milhões de fãs sobre os riscos de buscar resultados rápidos sem considerar a individualidade biológica e os possíveis danos colaterais que podem exigir tratamentos médicos complexos.

Fonte: Metrópoles

Redigido por: ContilNet

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