A apresentadora Luciana Gimenez utilizou seus canais oficiais nesta segunda-feira (9) para esclarecer a citação de seu nome em documentos liberados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos. Os arquivos, vinculados ao caso do financista Jeffrey Epstein, apontam registros de transferências bancárias, mas a artista nega categoricamente qualquer relação pessoal ou profissional com o criminoso.
Em nota oficial, a assessoria esclareceu que Luciana Gimenez “jamais teve qualquer tipo de contato pessoal, profissional ou financeiro” com Epstein e que repudia qualquer tentativa de associar sua imagem a práticas ilícitas.

Luciana Gimenez surpreende fãs com topless • Instagram/Luciana Gimenez
Explicação sobre as movimentações bancárias
A defesa da apresentadora detalhou que a presença de seu nome nos arquivos decorre de uma solicitação ampla do governo americano ao banco Deutsche Bank Trust Company Americas. Na ocasião, foram pedidos registros de diversos clientes que realizaram transações em determinados períodos, sem uma seleção individualizada ou acusação específica.
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Contexto das Transferências: Segundo o comunicado, as movimentações citadas referem-se a transferências da própria Luciana entre sua conta de investimentos e sua conta de pessoa física.
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Valores: Os documentos mencionam transações que somam cerca de US$ 12 milhões em anos como 2014, 2018 e 2019.
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Transparência: O banco está compilando os dados antigos para comprovar que se tratam de movimentações de “Luciana para si mesma”.
Defesa da reputação
Luciana Gimenez reforçou que está à disposição das autoridades para prestar todos os esclarecimentos necessários e pediu responsabilidade na divulgação das informações para evitar danos injustificados à sua honra. “Já foi explicado e compreendido que é esse o contexto das informações divulgadas”, diz o texto.
Jeffrey Epstein, morto em 2019, foi condenado por comandar uma rede internacional de tráfico sexual. A liberação de documentos bancários de instituições ligadas ao empresário tem exposto nomes de diversos clientes globais que possuíam contas nas mesmas instituições, mesmo sem vínculo direto com os crimes investigados.
Fonte: CNN Brasil
Redigido por: ContilNet
