Foragido, Oruam é alvo de novo mandado após disparo de arma de fogo

Rapper tornou-se réu em São Paulo após publicar vídeo efetuando disparos em área residencial de Igaratá

A situação jurídica do rapper Oruam ganhou novos e complexos capítulos nesta semana. Além de ter sua prisão preventiva decretada e ser considerado foragido, o artista tornou-se réu em uma nova ação criminal que tramita na 2ª Vara do Foro de Santa Isabel, em São Paulo. O processo refere-se ao crime de disparo de arma de fogo, ocorrido durante uma festividade em área residencial.

De acordo com a denúncia, o episódio foi registrado pelo próprio Oruam e compartilhado em seu perfil no Instagram. Nesta quarta-feira (4/2), a juíza responsável pelo caso expediu uma carta precatória para que o cantor seja citado no Rio de Janeiro, abrindo o prazo oficial de 10 dias para a apresentação de sua defesa.

Rapper Oruam é alvo de novo mandado de citação após disparo de arma de fogo.

Reprodução/Internet.

Status de foragido e violação de condicional

O cumprimento da nova citação, no entanto, esbarra em um obstáculo maior: Oruam é considerado foragido desde a última terça-feira (3/2). O mandado de prisão foi expedido após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) revogar um habeas corpus concedido ao artista em 2025.

A decisão do STJ ocorreu devido às repetidas violações do uso da tornozeleira eletrônica por parte do MC. A defesa do artista já manifestou publicamente que ele não pretende se entregar às autoridades no momento, o que dificulta não apenas a prisão, mas também o andamento deste novo processo em São Paulo.

Embaraços no processo criminal

A localização incerta do réu deve impedir que ele receba a citação formal sobre o crime de disparo de arma de fogo. Especialistas indicam que esses embaraços jurídicos podem estender consideravelmente o tempo até um veredicto final.

Enquanto a polícia busca o paradeiro de Oruam, o caso segue repercutindo intensamente, levantando debates sobre a postura do artista e as consequências de suas ações publicadas nas redes sociais.

Fonte: Coluna Fábia Oliveira / Metrópoles

Redigido por: ContilNet

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