Prima acusa Suzane von Richthofen de furtar casa de tio morto em SP

Em meio à disputa por herança, Carmem Silvia Magnani denuncia que Suzane subtraiu bens do espólio sem autorização judicial

Suzane von Richthofen está novamente no centro de uma polêmica, desta vez por acusações de furto à casa de seu tio materno, o médico Miguel Abdalla Netto, falecido em 9 de janeiro, em São Paulo. A denúncia partiu de sua prima, Carmem Silvia Magnani, em meio a uma acirrada disputa judicial pela herança do tio.

Suzane von Richthofen é acusada de furto em casa de tio falecido.

Instagram/Reprodução

Na última terça-feira (3/2), Magnani protocolou uma denúncia formal alegando que Suzane von Richthofen admitiu ter subtraído bens do espólio, incluindo um carro, sem qualquer autorização judicial.

Investigação e histórico de conflitos

A Polícia Civil já investiga um furto ocorrido na residência de Miguel Abdalla em 20 de janeiro. Na ocasião, policiais militares foram acionados e constataram a invasão do imóvel, de onde foram levados móveis, documentos e dinheiro.

O relacionamento entre Suzane von Richthofen e o tio Miguel Abdalla já era marcado por conflitos. Ele foi tutor de Andreas, irmão de Suzane, e ex-inventariante dos bens de Marísia e Manfred Richthofen, pais de Suzane e vítimas do crime cometido por ela.

Após completar 18 anos, Andreas assumiu a inventariança, depois de Suzane alegar, em processo, que o tio estava sonegando bens do espólio. Em 2006, Abdalla chegou a acionar a Justiça, alegando que Suzane foi vista “rondando” a casa onde ele morava com a mãe e Andreas, o que levou a um pedido de prisão preventiva.

Disputa pelo corpo e herança

Após a morte de Miguel Abdalla, Suzane von Richthofen reivindicou a liberação do corpo do tio, tentando se antecipar à prima Silvia, que já havia iniciado a documentação. Ela também foi ao Instituto Médico-Legal (IML) para tentar assumir os trâmites.

Miguel Abdalla foi encontrado morto aos 76 anos em sua residência, na Vila Congonhas, zona sul de São Paulo. A Polícia Militar informou que a causa da morte foi natural e não havia sinais de arrombamento. No entanto, o muro da casa amanheceu pichado com a frase: “Será que foi a Suzane?”, demonstrando a desconfiança popular.

Suzane von Richthofen foi condenada a 39 anos e 6 meses de prisão por duplo homicídio triplamente qualificado, e cumpre pena em regime aberto desde janeiro de 2023.

Fonte: Metrópoles / Polícia Civil de SP

Redigido por: ContilNet

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