Silvero Pereira opina sobre novelas: “Um dos papeis é o de educar”

Silvero Pereira brilha em novo solo teatral e defende a atualização dos remakes na TV, rememora a parceria com Juliano Cazarré

Inconformismo é uma palavra que em nada combina com Silvero Pereira. E ele faz-se presente desde seus primeiros contatos com o teatro, quando, no início do novo milênio, fundou um grupo formado por pessoas trans, até chamar atenção do público e da crítica com “BR Trans”, solo no qual discutiu questões relacionadas à essa importante parcela da população.

Ousado e iconoclasta, conquistou o Brasil com personagens plenos de questionamentos, como somos todos. Alguns exemplos são o Nonato de A força do querer e, mais recentemente, o Zaqueu de Pantanal.

Silvero está agora de volta aos palcos, dirigido por Andreia Pires num espetáculo tão desafiador quanto o solo que o projetou.

Em Pequeno monstro, híbrido de teatro e performance artística, ele põe o dedo em feridas sociais e pessoais, não poupando a própria família.

“Em muitas famílias o que importa é a sua infelicidade”, constata nesta entrevista ao NEW MAG. Na conversa, por telefone, o ator fala da importância de remakes como Renascer atualizarem-se, lembra a sintonia com Juliano Cazarré em “Pantanal” e defende mais políticos afinados com a Diversidade.

Leia a matéria completa no New Mag, parceiro do Metrópoles.

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